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Não houve cuspidela, foi só vapor. Federação iliba Bruno de Carvalho no caso do túnel

No entender da Comissão de Instrutores, Bruno de Carvalho só “expeliu, pontualmente, uma pequena parte do fumo inspirado”, enquanto conversava com Joel Pinho, presidente do Arouca

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MANUEL DE ALMEIDA

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Afinal, o caso da cuspidela (melhor: do vapor) foi uma coincidência infeliz. Esta foi a conclusão do inquérito levado a cabo pela Federação Portuguesa de Futebol, segundo o “Record” esta quinta-feira.

De acordo com o desportivo, os dois clubes foram notificados na quarta-feira pela FPF quanto às conclusões inscritas na acusação lavrada pela Comissão de Instrutores.

No entender da Comissão, Bruno de Carvalho só “expeliu, pontualmente, uma pequena parte do fumo inspirado”, enquanto conversava com Joel Pinho, presidente do Arouca.

O presidente do Sporting expeliu “fumo em direção à cara do presidente do Arouca", através de “um cigarro eletrónico”, num “momento em que se encontravam em contacto um com o outro e, consequentemente, com a cara já muito próxima uma da outra”.

Terão sido estas circunstâncias que deram azo à confusão que depois ocorreu, apontou a Comissão de Instrutores; Bruno de Carvalho nunca terá tido o intuíto de cuspir na cara do presidente do Arouca.