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Presidente do PSG tentou 'comprar' penáltis de Cavani para dar a Neymar

Nesta disputa, Cavani tem do seu lado o treinador Unai Emery, que já disse que o uruguaio é o primeiro na lista da marcação das bolas paradas, devido à posição que ocupa em campo. Mas Neymar não está convencido e, segundo o "El País", o presidente do PSG também não

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Edinson Cavani: do Nápoles para o Paris Saint-Germain por 64,5 milhões de euros

FRANCK FIFE/Getty

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Gerir egos com dinheiro, egos como o de Neymar e Cavani, que andam às turras por causa da marcação das grandes penalidades no PSG, pode ser complicado. Mas foi isso que Nasser Al-Khelaifi, presidente do Paris Saint-Germain, tentou fazer. E surpresa: não resultou.

O presidente do PSG, conta o El País esta segunda-feira, ofereceu na semana passada, por via de um intermediário, cerca de um milhão de euros a Cavani para que este cedesse a Neymar a oportunidade de bater as bolas paradas.

De acordo com o matutino espanhol, o PSG comprometeria-se a alterar o contrato do jogador e a pagar um milhão de euros caso Cavani fosse ou não o máximo goleador da Ligue 1. Mas nem um milhão de euros foram capazes de ‘amansar’ o ego de Cavani. O uruguaio recusou.

Nesta disputa, Cavani tem do seu lado o treinador Unai Emery, que já disse que este é o primeiro na lista da marcação das bolas paradas. Mas Neymar continua a reclamar para si esse privilégio.

Falhada a frente de negociação com Cavani, Nasser Al-Khelaifi tentou depois convencer Neymar a abdicar dos penaltis. Pediu-lhe que os “esquecesse”, já que ele era um “jogador total”, o “rei da equipa”, e disse-lhe que Cavani, como ponta-de-lança, é que vive de golos. Resultado: zero. O brasileiro não ficou convencido.

A tensão, neste momento, continua viva no balneário do PSG. Segundo o matutino, Dani Alves, numa tentativa de “pacificar” a equipa, convidou esta semana todo o plantel para irem comer fora a um restaurante. “A noite, segundo um dos presentes, animou-se tanto como um funeral”, conta o “El País”.