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Quando Vieira chegou à presidência do Benfica, a prioridade era “assaltar o poder, o sucesso desportivo viria por arrasto”

Francisco J. Marques e Diogo Faria escrevem que mal Luís Filipe Vieira chegou à presidência do Benfica assumiu “muito cedo que um dos objetivos estratégicos do clube passava pelo controlo de posições-chave na estrutura das instituições que dirigem o desporto nacional”

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O livro “O Polvo Encarnado”, da autoria de Francisco J. Marques, diretor de comunicação e informação do FC Porto, e Diogo Faria, um dos criadores da página do Facebook "Baluarte Dragão", é lançado hoje à tarde.

Na edição desta sexta-feira, o “Jogo” avança já alguns excertos da narrativa.

No livro, Francisco J. Marques e Diogo Faria escrevem que mal Luís Filipe Vieira chegou à presidência do Benfica assumiu “muito cedo que um dos objetivos estratégicos do clube passava pelo controlo de posições-chave na estrutura das instituições que dirigem o desporto nacional, com particular destaque, à época, para a Liga”.

“Num primeiro momento, seria importante assaltar o poder; o sucesso desportivo viria por arrasto”, no entender dos autores.

Mais: Francisco J. Marques e Diogo Faria acusam ainda Mário Figueiredo, antigo presidente da Liga, de promiscuidade com o Benfica. “No tempo de Mário Figueiredo, assistiu-se ao aprofundamento de tudo isto, com a promiscuidade entre Liga (nas pessoas dos seus presidentes da Comissão Executiva e da Assembleia Geral) e Benfica (nas pessoas do seu presidente, do assessor jurídico da sua SAD e de um funcionário) a atingir uma dimensão inimaginável”, cita o desportivo.