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CR7 queixa-se de dualidade de critérios do Fisco espanhol

Para CR7, não faz sentido que o Fisco espanhol esteja a tratar de forma diferente o seu caso de como geriu o de Pepe ou Benzema

Expresso

GABRIEL BOUYS

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Cristiano Ronaldo sente-se perseguido.

O internacional português não consegue compreender o porquê de estar a ser tratado de forma diferente de Pepe ou Karim Benzema pelo Fisco espanhol, devido aos quatro delitos que terão defraudado o Estado vizinho em 14,7 milhões de euros.

No caso do central português e do avançado francês, os alegados delitos fiscais foram tratados como uma questão administrativa e as dívidas saldadas mediante o pagamento do valor em falta; já no caso de CR7, o caso está a ser tratado como uma causa penal.

Segundo o “El Mundo” esta terça-feira, CR7 fez chegar nos últimos dias, ao Tribunal de Instrução de Pozuelo de Alarcón, em Madrid, uma missiva na qual lembra a forma como os dois colegas de equipa foram tratados numa situação em tudo igual à sua.

De acordo com o matutino, na carta, CR7 alega que o critério utilizado pelo Fisco “choca frontalmente com a doutrina científica mais utilizada (inclusive a proveniente do próprio Gabinete de Fiscalidade Internacional, dependente da Agência Tributária)”.