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Houve antijogo? O que dizem os especialistas da derrota do FC Porto com o Paços

O árbitro Bruno Paixão foi condescendente “com o antijogo do Paços de Ferreira”, escreve Jorge Coroado, especialista em arbitragem, no “Jogo”

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O FC Porto estava (e continua a estar) lançado para a reta final do campeonato como o principal candidato ao título. Contudo, resta saber se a derrota por 1-0 com o Paços de Ferreira fez mossa no ego da equipa.

Com uma vantagem de dois pontos do Benfica, a equipa de Sérgio Conceição terá de alinhar os pensamentos para a reta final do campeonato; para piorar as contas, daqui a um mês, a 15 de abril, os dragões vão à Luz jogar – um jogo que pode decidir o campeonato ou mudar a liderança.

No final do encontro do último domingo, tivemos acesso a uma versão radicalizada e colérica de Sérgio Conceição. O treinador dos dragões acusou o Paços de Ferreira de antijogo, Bruno Paixão, o árbitro da partida, de falta de intervenção no jogo.

Jorge Coroado, especialista em arbitragem do “Jogo”, confessa esta segunda-feira estar do lado do treinador dos dragões. Bruno Paixão foi condescendente “com o antijogo do Paços de Ferreira”, escreve.

“Muitos falharam e Paixão também errou. Procurou estar perto da bola assinalando muitas faltas. O antijogo é um problema que a arbitragem terá de resolver”, diz, por sua vez, José Leirós, também no “Jogo”.

Já Fortunato Azevedo, na sua análise do encontro, não faz referência ao antijogo mas põe em causa a atuação do árbitro do encontro. “A arbitragem de Bruno Paixão ficou marcada por lapsos técnicos e disciplinares que poderão que poderão ter tido influência no resultado”, escreve.