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Bas Dost estava fora-de-jogo? E houve penálti? O que dizem os especialistas

Passados seis minutos de ter entrado em campo, o matador holandês isolou-se na área do Chaves e cabeceou para o fundo das redes. Contudo, ficou no ar a dúvida se Bas Dost não estaria fora de jogo. A opinião entre os especialistas em arbitragem não é unânime

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PAULO NOVAIS

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Bas Dost saiu do banco ao minuto 56 para decidir o jogo com o Desportivo de Chaves, não deixando, assim, o Sporting escorregar na corrida ao título. Com a derrota do FC Porto nesta última jornada, surgiu uma réstia de esperança para a equipa de Jorge Jesus - e de Rui Vitória.

Passados seis minutos de ter entrado em campo, o matador holandês isolou-se na área e cabeceou para o fundo das redes. Contudo, ficou a dúvida se Dost não estaria fora de jogo. A opinião entre os especialistas em arbitragem não é unânime.

“Pelas imagens que nos são apresentadas, Bas Dost está ligeiramente adiantado ao penúltimo defensor. O golo teria de ter sido anulado. O VAR devia ter sido chamado a intervir”, escreve Fortunato Azevedo, um dos três especialistas em arbitragem do desportivo “Jogo”.

Já Jorge Coroado, no mesmo jornal, dá o benefício da dúvida ao árbitro Hugo Miguel. “Benefício da dúvida tem de ser atribuído ao árbitro, embora o lance justificasse a intervenção do VAR para clarificação absoluta do mesmo. Numa primeira imagem, Dost estaria fora de jogo no momento do cruzamento, mas não há como confirmar”, escreveu.

Aos 91 minutos, já depois de Bas Dost ter marcado o segundo golo para os leões, o Chaves reduziu por penálti - o que veio apimentar os últimos minutos do encontro. De acordo com os especialistas em arbitragem, o juiz da partida esteve vem a assinalar a falta de Coates sobre Djavan.

“Bem assinalada a grande penalidade. O jogador do Sporting puxou o adversário. É bem visível e bem assinalado pelo árbitro”, aponta Fortunato Azevedo.

“Coates com o braço esquerdo, puxou o seu adversário, derrubando-o. Corretamente assinalou o penálti e não o puniu disciplinarmente”, disse José Leirós.