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Juíza de instrução valida fortes indícios de corrupção de Paulo Gonçalves, segundo o “CM”

Para o Ministério Público, o dirigente encarnado agiu “a interesse da Benfica SAD”; o clube encarnado, no futuro, ainda poderá ser constituído arguido, enquanto pessoa coletiva

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Paulo Gonçalves tinha sido constituído arguido no caso dos e-mails há alguns meses. Agora é suspeito de corromper funcionários judiciais

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A juíza de instrução criminal do caso “e-toupeira” validou os fortes indícios do crime de corrupção que apontam para Paulo Gonçalves, diretor jurídico do Benfica, escreve o “Correio da Manhã” esta sexta-feira.

Gonçalves terá oferecido benefícios - bilhetes para jogos do Benfica - a José Augusto Silva, funcionário judicial, agora em prisão preventiva, que fez centenas de pesquisas informáticas para dar conhecimento ao primeiro sobre o andamento do caso dos e-mails.

Para o Ministério Público, escreve o matutino, o dirigente encarnado agiu “a interesse da Benfica SAD”; o clube encarnado, no futuro, ainda poderá ser constituído arguido, enquanto pessoa coletiva.

Mais: de acordo com o despacho de indiciação que foi validado no tribunal de instrução criminal, existe o perigo de perturbação do inquérito do caso, a possibilidade de existirem pactos de silêncio.