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Os quatro nomes que o Sporting quer para o banco - com um possível 'plot twist'

Um possível plot twist no Sporting: o regresso de Jorge Jesus a Alvalade, o pagamento de uma indemnização ao Al-Hilal pelo treinador português, escreve a “Bola”

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Clive Brunskill

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Para todos os exércitos é preciso um general que comande os soldados no terreno, alguém que ponha as mãos na massa, enquanto os burocratas tratam da gestão do país. Num clube de futebol, passa-se o mesmo. O Sporting está sem líder no balneário, sem treinador, e continuará sem presidente até ao dia oito de setembro.

Com a saída de Mihajlovic (oficializada ontem), os leões voltaram ao mercado à procura de um sucessor de Jorge Jesus e há quatro nomes, contam os jornais, a serem estudados: Rui Faria, ex-adjunto de Mourinho; Rui Jorge, ex-jogador dos leões; André Villas-Boas, treinador de futebol tornado piloto de ralis este ano; e, surpresa das surpresas, Jorge Jesus.

Qual destes, então, irá ser o futuro treinador do Sporting?

Comecemos por Rui Faria. O treinador português de 43 anos abandonou o banco de Mourinho em maio deste ano, com o intuito de iniciar a própria carreira a solo; o nome de Faria chegou a ser badalado para ser um sucessor de Arsene Wenger no Arsenal e Rui Vitória no Benfica - após este ter falhado a conquista do pentacampeonato.

Poderá ser Villas-Boas, treinador português que, depois de uma passagem pela China, este ano afastou-se um pouco dos relvados e foi passear até aos desertos da América do Sul, no Dakar. Ainda sem clube, o ex-treinador dos dragões é uma das opções mais cobiçadas pelo Sporting. Existe, contudo, um problema financeiro neste caso: Villas-Boas pede um salário demasiado alto para os bolsos do clube de Alvalade.

Outra opção é Rui Jorge: o português jogou no Sporting durante sete épocas, para vir para Alvalade, teria de deixar um projeto no qual está desde 2010. Treina a seleção nacional dos sub-21, depois de uma curta passagem pela liderança da equipa de sub-23.

Para terminar, a loucura das loucuras: o regresso de Jorge Jesus a Alvalade, o pagamento de uma indemnização ao Al-Hilal pelo treinador português. Aquilo que seria um dos maiores plot twist que há memória no futebol português é desejado por Sousa Cintra e Futre, escreve a “Bola”.