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Ronaldo, o maior português vivo. Por Pedro Adão e Silva

“Nunca exibiu falsas modéstias, nem muito menos cultivou a humildade que tanto satisfaz a pequenez nacional. Escolheu vencer e assumir toda a vida como uma competição individual, disputada com determinação, trabalho e superação. Também aqui, Cristiano é o não-português.” Pedro Adão e Silva explica por que motivo Ronaldo é um português atípico. E também porque é o maior português vivo

Pedro Adão e Silva

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Na véspera da final de Cardiff, o lateral direito da Juventus, Dani Alves, publicou no “The Players’ Tribune” um texto notável onde contava um segredo. Como escreve o próprio, “mano, eu vim da puta que pariu”. Num testemunho comovente, o brasileiro recuperava uma vida nascida nas agruras e condenada à miséria. A pobreza absoluta e uma história de vida que, como todas as outras, seria marcada pelas suas circunstâncias. A pobreza é mesmo uma armadilha, da qual quase ninguém se liberta.

Mas, como prova o Dani Alves, o futebol pode ser libertador – é preciso ter talento, mas não chega, este tem de ser sustentado por uma vontade férrea de superar as dificuldades. As vitórias vivem de um dom inato, mas alimentam-se a trabalho e sacrifício.

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