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Zidane diz que ciclo de Ronaldo e Messi ainda não acabou

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi vão continuar entre os melhores futebolistas do mundo e a vencer prémios, afirmou esta segunda-feira o treinador do Real Madrid, Zinedine Zidane

Lusa

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Questionado em Londres, onde o português Cristiano Ronaldo recebeu pela quinta vez o prémio de melhor futebolista do ano da FIFA, igualando o penta do argentino Lionel Messi, se este é um ciclo que se fecha, o antigo internacional francês discordou.

"Não creio", respondeu aos jornalistas, após a cerimónia de entrega dos prémios.

Zidane sublinhou: "Vamos ver no futuro.

O Neymar estava hoje aqui com eles, há Iniesta e há muitos outros jogadores.

"Por sua vez, o internacional brasileiro, que estava entre os três finalistas para o prémio, não contestou o mérito do avançado do Real Madrid, a quem felicitou.

"É um cara que vem fazendo história no futebol, então acho que tem de ser respeitado, tanto ele como o Messi. São duas grandes figuras do futebol mundial. Estou muito contente por estar entre os três, por estar na mesma luta pelo título", afirmou Neymar.

O internacional brasileiro admitiu, no entanto, que vencer troféus pela seleção brasileira ou pelo Paris Saint-Germain pode ser decisivo para finalmente quebrar o domínio Messi-Ronaldo.

"Pode ser que sim, se tudo der certo este ano, que fique mais perto do troféu", comentou.

O internacional português Cristiano Ronaldo foi hoje eleito pela quinta vez o melhor futebolista do ano da FIFA, prémio agora designado The Best, igualando o penta do argentino Lionel Messi.

Depois dos triunfos em 2008, 2013, 2015 e 2016, o jogador do Real Madrid venceu o prémio referente à época 2016/17, já que a votação estava o período compreendido entre 20 de novembro de 2016 e 02 de julho de 2017, no qual Ronaldo marcou 39 golos, em 40 jogos.

Além de Ronaldo, eram finalistas o argentino Lionel Messi (FC Barcelona), eleito o melhor em 2009, 2010, 2011, 2012 e 2014, e o brasileiro Neymar, pelo qual o Paris Saint-Germain pagou ao FC Barcelona 222 milhões de euros no último defeso.

A eleição do The Best, anunciada hoje numa cerimónia realizada em Londres, foi feita pelos selecionadores nacionais, os capitães das seleções, jornalistas e público, que votaram entre 21 de agosto e 7 de setembro.