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Rogério Casanova é sportinguista e colabora regularmente com a Tribuna

Rogério Casanova

Laurence Griffiths

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O cidadão português Fernando Santos foi hoje reconhecido pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol como melhor adepto do ano, distinção inteiramente merecida, tendo em conta as dificuldades inerentes ao facto de ter acumulado as funções de adepto com as de seleccionador. O nome e a natureza da IFFHS confere ao prémio uma aura automática de objectividade numérica, mas o prémio é acima de tudo, um galardão espiritual. Não devemos encará-lo como um prémio carreira, nem vale a pena debater se o mesmo é “justo”, enquanto reflexo de uma hierarquia de competências. O melhor adepto do ano é o adepto que mais mereceu o sucesso colectivo que festejou. Nesse sentido, pelo menos, não haverá prémio mais justo tão cedo.

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