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Um ano depois, o que andam a fazer os campeões da Europa? (Parte I, os guarda-redes)

A Taça das Confederações arranca neste fim de semana e, até lá, a Tribuna Expresso publicará textos sobre os jogadores que se sagraram campeões no Euro2016 - o que é que eles terão andado a fazer durante este ano? Acompanhe, de trás para a frente, sector a sector. Começamos pelos três guarda-redes

Francisco Perez

BERTRAND LANGLOIS

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1. Rui Patrício

MARTIN BUREAU

O melhor guarda-redes do Euro 2016, único totalista por Portugal, teve uma época abaixo do esperado no Sporting. Eliminado prematuramente da Taça de Portugal e da Taça da Liga, Rui Patrício demonstrou as suas qualidades no campeonato português, onde é dono e senhor do lugar. Titular em 31 das 34 jornadas da Liga (falhou os encontros diante do Belenenses, do Feirense e Chaves), sofreu 34 golos, uma média de 1,1 golos sofridos por jogo. Não conseguiu passar além do terceiro lugar. Pela seleção portuguesa, manteve o posto como guardião em todos os jogos de apuramento para o Mundial de 2018. É um dos principais ativos do Sporting e pode abandonar Lisboa durante o mercado de transferências.

2. Anthony Lopes

JEFF PACHOUD

Com 26 anos, foi o número 2 de Fernando Santos para a baliza durante o Euro 2016, disputado em França, país onde nasceu. Não participou em nenhum encontro do torneio, mas não foi por isso que deixou de ser o titular indiscutível do Olympique de Lyon. Passou ainda a marca redonda dos 200 jogos com a camisola do clube. Os números podem denotar uma época algo permeável: em 53 encontros encaixou 69 golos (média de 1,30 por jogo), mas segurou o Lyon no quarto lugar da Ligue 1. Depois de cair da Liga dos Campeões, esteve perto de chegar à final da Liga Europa, mas acabou eliminado pelo Ajax nas meias-finais.

3. Eduardo

Ian Walton

Surpreendeu alguns ao ser contratado pelo Chelsea no início da temporada, quando ainda jogava no Dínamo de Zagreb (fez quatro jogos na capital croata). Com 34 anos, não participou em nenhum jogo pela equipa principal dos londrinos, situação que lhe fez perder o terceiro lugar na seleção para Marafona, guardião do Sporting de Braga. Alinhou apenas num encontro pela formação sub-23 do Chelsea, mas pôs um fim aos rumores de que iria abandonar Stamford Bridge com a renovação de contrato por mais um ano.