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“Todas as derrotas deixam feridas, umas com crosta, outras sem crosta”

Jorge Jesus lançou o jogo de amanhã, contra o Estoril e fica aqui o resumo da conferência de imprensa. O treinador falou das derrotas de Madrid e de Vila do Conde, do árbitro João Capela e do trabalho que tem feito em Alvalade

Pedro Candeias

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Denis Doyle

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Será que as derrotas com o Real Madrid e com o Rio Ave deixaram marcas?

“Todas as derrotas deixam marcas, cicatrizes, umas com crosta, outras sem crosta. Mas, contra o Estoril... Perspetivo este jogo com muita confiança porque a equipa tem sido muito forte em casa. Depois do jogo de Vila do Conde, as perspetivas são melhores porque a equipa está com muita confiança, tem muito valor. Agora, sabemos que todos os adversários do campeonato português são difíceis”.

Jesus e o ‘limpinho, limpinho’, no jogo apitado por João Capela contra o Sporting.

“As pessoas julgam-me como quiserem, isso para mim não é muito importante, o que é importante é o meu trabalho, os meus jogadores e o meu clube. Sou um treinador, tenho uma atividade pública, cada um tem as suas ideias, o que não vai mudar nada é o meu caráter e como eu sou. Estou aqui para falar sobre o jogo do Estoril e não do que se passou há três anos. Se quiseres falar de outras arbitragens... Isto não tem lógica. É um árbitro com valor? É. Acreditamos nele como acreditamos nos outros. Agora... Depois do jogo, os árbitros, como os treinadores e os jogadores, estão sujeitos à crítica. Não vou responder a perguntas de coisas de há três anos, estão a brincar comigo ou quê?”

O Sporting é melhor porque Jesus é o melhor?

“Todas as equipas são a imagem do treinador, as equipas são a imagem de quem lidera, e aqui não há nada para inventar: qual é o treinador que não acredita que a sua equipa é a melhor e os seus jogadores são os melhores?”.

O que falhou em Vila do Conde.

“Quando tu não ganhas, há muitas coisas que podes abordar. Já o fizemos, todos em conjunto. A derrota não vai mexer nas minhas decisões. São situações que têm a ver especifcamente com a nossa ideia de jogo. Falámos sobre o aspeto defensivo”.

E o trabalho dele no Sporting

“Sinto que o meu trabalho, no primeiro ano no Sporting, é mais do que valorizado. E é muito valorizado pelos nossos rivais, que estão muito preocupados com a nossa qualidade, com as mudanças, com o trabalho da nossa estrutura e do nosso presidente”.