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O cisma

Os críticos de Bruno de Carvalho recuaram, mas há questões internas no plantel e com o treinador por resolver. E agora?

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Tiago Miranda

Eram dez e qualquer coisa da noite, o Sporting tinha ganho ao Paços e ninguém estava preparado para o que se seguiu. Bruno de Carvalho (BdC) entrou, sem avisar e a coxear, na sala de conferências pouco depois do jogo e de Jorge Jesus ter dado a flash interview a defender os jogadores. Este não é um detalhe. O presidente ajeitou o microfone e perguntou se estava ali alguém da comunicação do clube, mas nem Nuno Saraiva nem José Ribeiro estavam lá. A agenda não tinha marcações e os dois responsáveis não esperavam uma conferência presidencial, muito menos uma conferência presidencial assim.

Então, BdC disse aos adeptos para “insultarem a família deles”, por não tolerar “faltas de respeito”; não admitiu demitir-se em consequência da semana inusitadamente conflituosa, mesmo para os atuais padrões leoninos; e esclareceu que os atletas estavam com um processo disciplinar e não suspensos, como tinha dado a entender no post em que lhes chamou “meninos mimados”. No ar ficou também um reparo a Jorge Jesus, que entrou em Alvalade após anos no Benfica: “Não representarei mais ninguém a não ser o Sporting.”

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