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“Alguns jogadores do Sporting pensaram estar a ver o fim da sua vida. Temos de saber a origem moral dos acontecimentos”

O presidente da mesa da assembleia geral do Sporting, Jaime Marta Soares, exige “em nome da honra e da dignidade de uma instituição como é o Sporting de Portugal que a justiça seja célere e que se investigue até ao âmago das questões e que não se venha para cá com o 'segredo de justiça”. Pede penas exemplares e diz que o ataque a Alcochete foi um ato de terrorismo. “[O que se passou] foi desumano. Qual Daesh!”

Carla Tomás e António Pedro Ferreira

Jaime Marta Soares preside à mesa da assembleia geral do Sporting desde 2013

António Pedro Ferreira

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Tendo em conta o que aconteceu na Academia de Alcochete, como vê o comentário do presidente do Sporting, que disse ter-se tratado de algo “chato”?
Não vou comentar publicamente o que disse o presidente do Sporting Clube de Portugal. Faço a minha avaliação como presidente da assembleia geral. E os sócios lá estarão para julgar o meu trabalho. Temos vivido momentos muito difíceis, um dos ‘incêndios’ mais difíceis da minha vida. Mas como presidente da assembleia geral tenho de ter uma serenidade muito grande, apesar de rodeado de pressões de todo o lado. Eu não protejo ninguém, a não ser a minha responsabilidade de defender os sócios e o Sporting. Com atitudes precipitadas poderia prejudicar o Sporting.

Mas tem estado muito atento...
Tenho estado muito atento e dito as coisas que entendo que devo dizer e auscultando a equipa da mesa. São todos licenciados em direito, gente mais nova, mas muito capaz e sabedora.

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