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Tentámos responder à pergunta: Federer pode voltar a ser n.º 1?

O suíço venceu os três torneios mais importantes de 2017 e aos 35 anos e 8 meses parece em condições de destronar Andre Agassi como o mais velho n.º 1 da história do ténis. É claro que nada depende apenas de Federer, mas o helvético tem uma grande vantagem: está a jogar um nível acima dos outros e não tem pontos para defender na segunda metade da temporada. Frederico Gil garante que Federer tem “a experiência” e “a equipa” para lá chegar

Lídia Paralta Gomes

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A 6 de novembro de 2012, Barack Obama era reeleito presidente dos Estados Unidos. Dois dias antes, Roger Federer entrava na última semana enquanto n.º 1 mundial. Era também a 302.ª semana em que aparecia no topo da lista do ATP, um recorde, tal como são as 237 semanas seguidas em que foi líder da hierarquia, entre fevereiro de 2004 e agosto de 2008.

De novembro de 2012 para cá, muita coisa aconteceu. No ténis, cresceram Novak Djokovic e Andy Murray, que empurraram o suíço e o espanhol Rafael Nadal para fora do top 2. E na política norte-americana, bem, aí todos nós sabemos o que se passou.

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