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Roger Federer, uma questão de sprezzatura

Aos quase 36 anos e cinco após a última vitória em Wimbledon, Roger Federer voltou a ser rei no All England Club. E continua a fazê-lo como em 2003, ano em que venceu pela primeira vez em Londres: sem suor, só com graça e beleza, qual artista do renascimento

Lídia Paralta Gomes

Pela oitava vez, mais do que qualquer outro homem vivo ou não, Roger Federer beijou e levantou a taça de campeão de Wimbledon

Daniel Leal-Olivas/Reuters

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No domingo, quando Roger Federer se levantou da cadeira para agarrar pela oitava vez o troféu de Wimbledon - o primeiro homem a levantar-se oito vezes da cadeira para agarrar um troféu de Wimbledon -, não levava um blazer e umas calças pérola ou um casaquinho de malha com pormenores debruados a dourado como em outras edições do torneio londrino. Limitou-se a colocar o relógio no pulso e assim foi, com a mesma t-shirt com que derrotou Marin Cilic, sem uma pinga de suor.

Porque assim é Roger Federer.

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