Tribuna Expresso

Perfil

O desporto como nunca o leu: a newsletter Tribuna 12.45.
Todas as segundas-feiras, à hora marcada

Ao subscrever, a informação partilhada será usada de acordo com a Política de Privacidade

  • Existe uma regra que limita o número de torneios que as tenistas com menos 18 anos podem jogar, durante uma época, a bem da precocidade do talento. Cori Gauff tem 15 e já esgotou a quota de 10 provas e três wildcards para 2019, mas, como os Grand Slams têm quase regras próprias, o US Open ignorou a regra, convidou a americana que virou profissional aos 14 e a número 140.º do mundo vai poder jogar em Nova Iorque

  • Isabela deixou o Brasil quando sentiu que as pessoas estavam “violentas umas com as outras”, clima no qual foi eleito “um personagem como Bolsonaro”. Escolheu mudar-se para Portugal pelas ondas, comida e "gente boa" quando já era quatro vezes campeã do mundo de bodyboard. No Brasil "cobram-lhe muito" para que ganhe um quinto título e iguale o recorde de Neymara Carvalho, por cá - onde há cinco mulheres no top-25 do ranking mundial - ficou "amiga das meninas todas", faz parte do Estoril Praia e "dá o máximo" para que "não haja áurea de superioridade" pelo que já ganhou

  • Esta época, Nélson Oliveira rumou ao AEK da Grécia depois de ter jogado cinco anos no Reino Unido, e de ter passado por Espanha e França. Antes cresceu na formação do Benfica, clube do coração onde, segundo ele, nunca teve uma verdadeira oportunidade na equipa principal. Fã confesso de Cristiano Ronaldo, das passagens pela seleção recorda o bom coração de Fernando Santos. Sobre a pisadela na cara de que foi vítima em fevereiro deste ano, considera que foi propositada, mas garante que é um durão e que os golos bem como as exibições nos relvados vão durar pelo menos até aos 36, 37 anos, se mais nenhum azar lhe bater à porta. E revela como a doença e a morte do pai, o seu verdadeiro herói com quem tinha uma forte ligação, afetaram a sua vida.