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  • Há quatro anos era um importante médio na Holanda que terminou o Mundial no terceiro lugar. Pouco depois, no Nápoles, começou a sentir dores na barriga, não conseguia correr ou virar-se, o médico disse-lhe apenas para comer menos hidratos de carbono e dois anos se passaram até ser autorizado a ver outro médico. Em 10 minutos, diagnosticou-lhe uma hérnia. Mas já tinha andado à pancada com o diretor desportivo e ouvido o filho do presidente a dizer que era “um homem morto”. Quem sabia de tudo isto? Ninguém, e De Guzmán deu uma entrevista ao "De Volkskrant" para contar a história

  • Não deixes para amanhã (ou, no caso, para terça-feira, perante a Polónia) o que podes fazer hoje: conseguir a qualificação para a final four da Liga das Nações. Apesar da exibição pouco convincente, Portugal empatou em Itália (0-0) e é a primeira seleção a garantir presença na fase final da nova prova europeia

  • As ondas da Nazaré não se agigantaram tanto como os dias em que se surfaram recordes, mas as massas entre os 10 e os 12 metros foram suficientes para se realizar a primeira etapa do Big Wave Tour, conquistada por Grant Baker. A final contou com dois portugueses, Alex Botelho e João de Macedo

  • Há maravilhas técnicas que jogadores usam para ultrapassarem adversários e, depois, há dribles espalhafatosos que podem não servir, necessariamente, para fintar alguém. É o chamado showboating, pelo qual Raheem Sterling, do Manchester City, foi criticado e até por Pep Guardiola. Muita gente pode achar piada, ainda mais se estiver do lado da equipa que tem o futebolista que o faz, mas quem joga e quem já jogou considera-o “um desrespeito” e uma “provocação” ao adversário. No meio, há uma linha ténue que é difícil de traçar

  • Viegas confirma à Tribuna Expresso que será candidato único às eleições de dia 1 de dezembro, após a desistência do austríaco Wolfgang Srb. Dar mais poder às federações nacionais será pedra basilar do seu mandato de quatro anos. Quanto ao regresso do MotoGP a Portugal, Viegas acredita ser possível, mas difícil. "Não pode ser só a minha vontade, é preciso que o Governo português diga 'nós assumimos o contrato'"

  • Tem apenas 1,56 m de altura, mas a força de vontade de um gigante. Inês Henriques viu nos 50 quilómetros marcha a oportunidade de vingar um passado pouco brilhante nos 20 quilómetros e iniciou uma luta em conjunto com o treinador para garantir que as mulheres pudessem fazer a distância que era exclusiva dos homens. Já venceu três batalhas, com distinção. Foi campeã da Europa, 16 anos depois de se estrear num Europeu, garantiu o título mundial, 16 anos depois de ter participado pela primeira vez nos Campeonatos do Mundo. Falta-lhe agora garantir o acesso das mulheres aos 50 quilómetros de marcha olímpicos. Tendo em conta que fez a sua estreia em Jogos Olímpicos, em 2004, quem sabe se 16 anos depois não estará a conquistar o ouro no Japão