Tribuna Expresso

Perfil

  • No dia em que a seleção das quinas joga com a equipa do Irão no Mundial de Futebol, o Expresso lembra-lhe que xeque-mate, jasmim e xaile são palavras importadas de terras iranianas. Conversámos com investigadores e diplomatas sobre a aliança de Portugal com os safávidas que há 500 anos governavam o atual Irão e ofereciam banquetes onde o vinho abundava

  • A Colômbia mandou a Polónia de volta para casa, ao vencer por 3-0, no jogo do grupo H que encerrou a 2ª jornada do Mundial 2018

  • Médio alemão deixou a equipa mal quando fez o passe errado que deu o golo à Suécia, golo esse que colocava a Alemanha fora do Mundial. Mas já depois do empate germânico, foi dos pés dele que na compensação saiu o tiro que deu os primeiros três pontos à atual campeã do Mundo, que agora já respira, após a vitória por 2-1

  • O mesmo jogador que, há quatro anos, fez um par de golos à Argentina, marcou dois golaços à Islândia e deu à Nigéria o resultado que torna menos má a situação do país onde à hora do jogo, na capital, se lia "Força Nigéria" nos painéis de trânsito. Ahmed Musa foi o expoente dos nigerianos que fizeram 16 remates na segunda parte, depois na primeira nem um tentarem, e derreteram a organização fria dos islandeses, que ainda falharam um penálti

  • O moleque de quem os brasileiros tudo esperam e sempre faz algo de espetacular não fez nada de especial contra a Suíça, no primeiro jogo do Brasil neste Mundial. Em parte, porque passou muito tempo lesionado, não está em forma, as coisas saíram-lhe mal e sofreu 10 faltas. A outra parte é Valon Behrami, provocador só de duas dessas faltas, mas o principal responsável pelo eclipse do brasileiro no jogo. O que não caiu muito bem no goto dos brasileiros

  • A Croácia ganhar por 3-0 à Argentina é um escândalo pela história, pelos dois Mundiais no currículo, pelo estatuto de terem Lionel quando já tiveram Diego, e por tudo o que os argentinos já fizeram no futebol. Mas não é pelo que aconteceu no campo, onde os croatas são uma das seleções mais fortes deste Campeonato do Mundo e têm a melhor dupla de médios em Modric-Rakitic. No mesmo campo onde os argentinos são, cada vez mais, uma desorganização pegada

  • O extremo marroquino nascido na Bélgica, jogou no Benfica na época 2015/16 e diz que "adorava ainda lá estar". Esta temporada alinhou no Standard Liége, onde foi treinado por Sá Pinto e não podia ter ficado mais impressionado com o técnico português: "Foi como um pai para mim", disse aos jornalistas portugueses. Lídia Paralta Gomes é a enviada especial da Tribuna Expresso ao Mundial 2018, na Rússia