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  • O percurso de Carlos Secretário ficou marcado pela carreira no FCP antes e depois da passagem pelo Real Madrid, de onde saiu sem glória. A morte repentina do pai, um divórcio litigioso e as inúmeras críticas de que foi alvo levaram-no a um quadro de depressão do qual só se ergueu com ajuda médica e o imprescindível apoio de Pinto da Costa, José Mourinho e dos colegas que com ele conviveram nos últimos anos em que esteve no FCP. À beira de completar 50 anos, Secretário aproveita esta entrevista para agradecer-lhes e pedir desculpa por algum comportamento menos correto que teve durante aquele período negro da sua vida. Hoje, ao comando da equipa francesa Créteil-Lusitanos, que já fez subir de divisão, e com menos 16kg, diz-se tranquilo e muito orgulhoso da carreira e das conquistas que fez. Mas no fim, faz questão de deixar um alerta

  • Agora que o futebol está parado em quase todo o lado, não há como ver ao vivo a postura de um jogador quando é substituído, como reage a assobios, a três passes errados seguidos ou à cobrança dos adeptos, por exemplo. Em tempo de pandemia, os scouts e observadores dos clubes dependem da análise de vídeo. "A maioria dos scouts têm a doença de viajar, estão habituados a isso. Mesmo assim, consegue-se dar um volume de trabalho razoável às pessoas", resume José Boto, diretor de scouting do Shakhtar Donetsk

  • Tem 56 anos, foi nove vezes campeão do mundo de bodyboard e, no início de março, ganhou o Pipeline Classic de bodysurf pela 16.ª vez. Mike Stewart é quase um só com o mar, mas diz que, se a pandemia da Covid-19 o ditar, no Havai, será capaz de ficar longe do oceano "durante meses", usando o poder da mente e da imaginação, como já o fez. Em entrevista à Tribuna Expresso, o americano diz não concordar com o encerramento das praias porque "o oceano é um bom escape para as pessoas desde que não se juntem e mantenham as distâncias". E considera o isolamento social como uma oportunidade para "nos focarmos na família e no que é realmente importante, até em nós mesmos"