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O desporto como nunca o leu: a newsletter Tribuna 12.45.
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  • A utilidade da Taça de Portugal para o renascimento de alguns jogadores, segundo Bruno Vieira Amaral: "Nada melhor que um jogo contra uma voluntariosa equipa do Campeonato de Portugal para a reabilitação de um jogador que, mais do que minutos em campo, parece precisar de injeções de confiança e de carinho"

  • O burburinho, as cabeças a virarem-se para o palanque dos atletas, as câmaras apontadas, tudo mudou assim que se soube que Neymar estava na praia de Supertubos. O futebolista apareceu para apoiar Gabriel Medina e foi um mau prenúncio para Frederico Morais: o português perdeu na ronda quatro contra o brasileiro e Michel Bourez, acabando o Meo Rip Curl Pro no 9.º lugar

  • Aos 26 anos, Miguel Caramalho retornou ao Porto, após uma época e meia a jogar na Académica de Lobito. Foi à aventura, tentou integrar uma equipa técnica, mas acabou a jogar na equipa que acabou o Girabola num inesperado em 5.º lugar. Na terra natal da mãe, não colheu fama, nem dinheiro, mas o ponta de lança que nunca passou dos Distritais conta que valeu pela experiência de vida. Bem acolhido, elogia a capacidade de resistência dos colegas de equipa, capazes de dar o máxima mesmo somando muitos meses de salários em atraso, movidos por duas razões poderosas: alimentar a família e ter visibilidade para dar o salto para o grande palco do futebol. A fazer um mestrado em Psicologia do Desporto na FADEUP, Miguel vai tentar o regresso aos relvados em janeiro, embora o treino seja a a sua meta futura

  • O escritor Bruno Vieira Amaral escreve sobre uma vitória limpa e profissional, sem grande dispêndio de energias e emoções supérfluas, que nos habituámos a associar a seleções insensíveis perante o sofrimento alheio como a Alemanha

  • Pelo segundo ano consecutivo, a tenista romena fecha a temporada como número um do mundo, apesar de apenas em 2018 ter conquistado o seu primeiro torneio do Grand Slam, em Roland Garros. Quando chegarmos ao final do ano, Simona Halep terá liderado o ranking durante 48 semanas

  • Edgar Marcelino tem 34 anos e foi considerado uma das maiores promessas do Sporting, a par de Cristiano Ronaldo e Quaresma, mas a imaturidade, reconhece hoje, afastou-o do clube do coração e levou-o a construir carreira mundo fora. No currículo só lhe falta carimbo do continente americano; de resto, passou por 18 clubes em nove países diferentes, o que faz dele um dos, senão mesmo o mais viajado dos jogadores portugueses. No meio de tantas aventuras, das quais partilha algumas à Tribuna Expresso, chegou a frequentar o 1.º ano do curso de Economia, tem quatro filhos, criou um torneio de futebol para os miúdos da terra que o viu crescer, Miranda do Corvo, e joga agora no Amora. E confessa que ainda não consegue pensar no dia em que tiver de pendurar as chuteiras