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A casa às costas

“Quando o FC Porto me dispensou, chorei no caminho todo até casa. Parecia que tinha acabado o mundo, foi duro, era o meu clube do coração”

Apesar do pai o ter tentado convencer a ser do Sporting, o avançado Arsénio, de 31 anos, deixou-se enamorar pelo azul e branco do FC Porto. Uma finta à Zidane, aos 11 anos, convenceu os treinadores dos dragões, mas três anos depois é dispensado, diz ele, porque ainda não dera o tão desejado pulo físico. Passou pelo Leixões, Marítimo, Belenenses e Moreirense, entre outros, antes de se aventurar no estrangeiro, como conta na segunda parte desta entrevista, publicada no domingo

Alexandra Simões de Abreu

D.R.

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É de Esposende. Filho de quem?
Sou natural de Apúlia, onde vivi até aos 10 anos, depois é que os meus pais se mudaram para Esposende, mas as minhas raízes são de Apúlia. O meu pai foi delegado de propaganda médica durante mais de 30 anos, agora goza a reforma. A minha mãe trabalhou em fábricas antes de casar, mas desde que teve filhos ficou em casa. Tenho uma irmã três anos mais velha.

O apelido Lafuente vem de onde?
A mãe do meu pai é espanhola, vem daí. O meu avô foi viver com a minha avó para Moçambique, criaram raízes por lá. O meu avô tinha uma serração e o meu pai nasceu lá. O meu pai tem passaporte moçambicano, viveu lá até aos 10 anos, depois é que veio para Portugal, para a Apúlia.

Como era em criança?
Era um traquina, abri várias vezes a cabeça [risos]. Andava sempre a correr e caí muitas vezes.

O que dizia querer ser quando fosse grande?
Sempre disse que queria ser jogador de futebol, a verdade é essa.

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