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A casa às costas

"No Benfica, saímos à noite, comprámos uma garrafa de vodka preta para cada um e ficámos bêbados. Tivemos de pedir desculpa ao míster Lage"

Pedro Rebocho, de 26 anos, não esconde ter sido puto reguila. Quando saiu do Juventude de Évora para ingressar no Benfica, aos 12 anos, adorava provocar os mais velhos e entrar em todas as partidas que se faziam no Seixal, incluindo um roubo de bebidas energéticas. Nos sete anos que passou no clube do coração, nunca conseguiu vestir a camisola da equipa A, mas não guarda mágoa de um passado que depois seguiu caminho pelo Moreirense, antes da partida para França, capítulo da sua vida de que falamos no domingo, na segunda parte desta entrevista

Alexandra Simões de Abreu

D.R.

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Nasceu em Évora. Filho de quem?
O meu pai chama-se António Rebocho e a minha mãe Nídia Braga. Quando nasci trabalhavam numa fábrica de peças de automóveis. Ainda hoje o meu pai trabalha lá, a minha mãe já não.

Tem irmãos?
Tenho dois irmãos mais novos, o André e a Filipa.

Cresceu em que zona da cidade?
No bairro da Malagueira que é um bairro social, mas onde sempre me senti seguro. É verdade que havia problemas com alguns miúdos na altura, mas gostei muito de crescer no bairro, fiz muitas amizades e o crescimento lá fez-me muito bem.

Era um miúdo reguila?
Eu tenho ideia que era calminho, mas sei que também fiz algumas asneiras. A minha mãe e o meu pai agora contam umas histórias.

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