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A casa às costas

“O Iker jogava sempre com as meias do avesso. Não sou obcecado, mas, se as coisas estiverem a correr bem, faço parecido com a última vez"

José Sá foi bicampeão no Olympiacos, mas da Grécia não trouxe só boas recordações, porque foi assaltado e levaram o anel de noivado que ia oferecer à namorada. O guarda-redes, já convocado várias vezes por Fernando Santos, embora ainda não se tenha estreado pela seleção A, diz ter jeito para a cozinha, adora jogar Padel e, se não fosse futebolista, se calhar teria sido cantor

Alexandra Simões de Abreu

Visionhaus

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Qual foi a primeira impressão quando chegou à Grécia?
Muito desorganizado. Muito calor. O clima é bom, sempre sol, é raro chover. O Olympiacos tem boas condições e bom estádio. Os outros campos já não são assim. O ambiente no Olympiacos é incrível, mas o futebol grego não é uma coisa por aí além. O bom é que jogavam a Champions, as competições europeias e isso também foi uma das razões pela qual fui para lá.

Já conhecia Pedro Martins, da Madeira. Notou-lhe diferenças?
Sim. Eu estava mais maduro e ele tinha mais anos de futebol. A nossa relação cresceu mais na Grécia, porque no Marítimo ele pôs-me a jogar e depois tirou-me sem mais, nunca me explicou porquê, e eu tinha uma mágoa com ele. Mas foi ultrapassada na Grécia. Tivemos uma boa relação.

Na segunda época, na Grécia, foi campeão, ganhou a taça, jogou sempre. 2019 foi o melhor ano da sua carreira?
Sim, pode dizer-se que foi. Também fomos à Champions, que me correu bem. Comecei a ir mais à seleção, ganhei mais confiança. Ganhei a Liga das Nações.

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