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Será um dos cabecilhas do ataque de Alcochete julgado a 8.600 km de Portugal?

Era um dos homens de confiança de ‘Mustafa’ na Juventude Leonina. Fugiu do país logo após as primeiras detenções na Academia de Alcochete, percorreu um continente e foi esconder-se noutro. Autoridades emitiram um mandado de detenção internacional e sabem onde ele vive

Um grupo de meia centena de adeptos do Sporting invadiu a Academia de Alcochete na tarde de 15 de maio

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Nas mensagens WhatsApp trocadas na véspera da invasão à Academia de Alcochete, Alano S., de 29 anos, foi sempre um dos mais agressivos do grupo “Academia Amanhã”. “Allan”, como todos o tratam, deu conselhos práticos aos cúmplices: “É entrar mano, entrar por ali a dentro, à tochada”, vestidos de preto com “capucho, chapéu e óculos escuros” porque ia “lá estar tudo a filmar”. As instruções eram para atacar quando os jogadores estivessem no relvado durante o treino. “Aquilo vai ser o Iraque.” “Allan” atacou a atitude de alguns jogadores, como Marcos Acuña, Rodrigo Battaglia, Rui Patrício e William Carvalho, que “andavam a esticar a corda”. E garantia que a culpa da derrota da equipa na Madeira, no domingo anterior, era também da própria Juventude Leonina. “Não foram apertados quando se devia”, argumentou.

Alano S., um dos líderes da claque e braço-direito de Nuno ‘Mustafa’ Mendes, também esteve em Alcochete de cara tapada mas conseguiu fugir da GNR e da PSP logo após os incidentes que causaram ferimentos a atletas e equipa técnica do clube.

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