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Simões e a agressão: "Havia um indivíduo que dizia: 'Ataca, ataca, que deve ser rico'. Devia ser o chefe da coisa"

Em entrevista ao jornal "Record", o Magriço recorda o que lhe aconteceu em Cabo Verde na noite de 29 de dezembro. "Estava no sítio errado, no país errado"

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Ana Brigida

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António Simões diz que é uma pena. Ele já tinha estado quatro ou cinco vezes em Cabo Verde e só queria divertir-se com alguns amigos. Inesperadamente, o antigo Magriço foi agredido e teve de ser hospitalizado. "Havia um indivíduo, mais na parte de cima, que dizia: 'Ataca, ataca, esse deve ser rico'. Devia ser o chefe da coisa", recorda Simões, em entrevista ao Jornal Record. "Estive no sítio errado, no país errado. Foi pena porque ia com a ideia de me divertir com muitos amigos que lá tenho. Já fui quatro ou cinco vezes a Cabo Verde".

Simões recorda, depois, como foi a viagem de avião de Cabo Verde para Portugal. "Quis logo sair dali naquela noite. A maca [...[ retirava cinco lugares ao avião. Enfiaram-me na maca junto às bagagens de mão e pensei que não conseguia ir. Viajei com a cabeça de fora, virada para o corredor para ganhar um pouco de ar".