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“Foi então informado de que, após verificação, nenhum erro óbvio tinha ocorrido”: UEFA explica aquele lance de Marega

A UEFA explicou esta sexta-feira as duas decisões mais polémicas que envolveram o videoárbitro (VAR), no jogo FC Porto-Roma (3-1, após prolongamento), da segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões de futebol, considerando ambas bem ajuizadas

Lusa

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A UEFA explicou esta sexta-feira as duas decisões mais polémicas que envolveram o videoárbitro (VAR), no jogo FC Porto-Roma (3-1, após prolongamento), da segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões de futebol, considerando ambas bem ajuizadas.

Sobre a grande penalidade que deu a vitória e a qualificação aos ‘dragões’ para os quartos de final, convertido pelo brasileiro Alex Telles, aos 117 minutos, o organismo regulador do futebol europeu explicou, em nota publicada no seu site oficial, que foi o VAR a alertar para uma possível falta sobre Fernando Andrade.

“O árbitro confirmou que não tinha notado nenhum impedimento durante a jogada e pediu para ver as imagens, que o convenceram de que deveria ser assinalada grande penalidade”, indica.

Em relação ao lance ocorrido já em período de compensação da segunda parte do prolongamento, aos 121 minutos, o árbitro atrasou o reinício do jogo após uma possível falta cometida sobre um jogador da equipa italiana na área do FC Porto, “para dar mais tempo ao VAR para poder rever os ângulos da câmara”.

“Foi então informado de que, após verificação, nenhum erro óbvio tinha ocorrido”, concluiu a UEFA, que diz que todas as decisões tomadas pelo videoárbitro nos quatro jogos desta semana da ‘Champions’ “aconteceram em total cumprimento do protocolo do VAR”.

No lance do terceiro golo do Ajax em casa do Real Madrid (4-1), em que os madrilenos protestaram por considerarem que a bola teria saído do campo, a UEFA observou que “não há nenhuma prova conclusiva de que a bola tenha estado totalmente fora do campo”.

Na eliminação do Paris Saint-Germain às mãos do Manchester United (3-1), o lance destacado por aquele organismo é o da grande penalidade já nos descontos, por um remate do português Diogo Dalot contra o braço de Kimpembe, que deu a vitória e a qualificação aos ingleses.

O videoárbitro “recomendou a revisão das imagens ao árbitro do jogo”, que não tinha “reconhecido claramente o lance durante o jogo”, pelo que a ação do VAR foi justificada.

Após a revisão das imagens, ficou claro para o árbitro “que a distância que a bola viajou não era curta, o impacto não era inesperado e o braço do defesa não estava próximo do corpo, tornando-o maior para impedir o remate”.