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Operação Fora de Jogo: Fisco suspeita que agentes, dirigentes ou futebolistas possam ter destruído provas

Operação Fora de Jogo foi uma das maiores de sempre da Autoridade Tributária. Mas o Fisco manifestou à PGR o seu desagrado com as fugas de informação antes das buscas. Ministério Público está a investigar

Miguel Prado, Hugo Franco e Pedro Candeias

Lucília Gago, a procuradora-geral da República

josé sena goulão

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A Autoridade Tributária vai levar meses a analisar a informação recolhida na Operação Fora de Jogo sobre transações no sector do futebol suscetíveis de envolver crimes de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais. Mas o Fisco suspeita desde já que muitos documentos que seriam relevantes para este processo tenham sido destruídos nas últimas semanas por parte de alguns dos visados nas buscas da passada quarta-feira.

O Expresso sabe que a Autoridade Tributária (AT) manifestou esta semana à Procuradoria-Geral da República (PGR) a sua insatisfação pela violação do segredo de justiça dos processos que motivaram esta operação, depois de a “Sábado” ter revelado que as investigações ao futebol estavam “a chegar à fase decisiva”, descrevendo a existência prévia de tentativas de realizar operações no terreno que foram abortadas e apontando com detalhe as suspeitas em relação a diversos jogadores de futebol.

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