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Bryson DeChambeau. O louco golfista a quem chamam cientista esperto

Tem a receita mais simples dos campos de golfe: bate-se a primeira bola o mais longe possível e depois logo se vê. O triunfo no recente Open dos EUA trouxe-o para a ribalta a figura de um golfista com mestrado em física e que coloca a ciência no cerne do jogo

Luís Francisco

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Em 2016, no final do Masters de golfe disputado no lendário campo de Augusta National, na Geórgia, os jornalistas estavam ocupados a relatar o primeiro grande triunfo da carreira de Danny Willett, mas, ainda assim, houve quem olhasse um bocadinho mais para baixo na tabela e descortinasse ali uma história.

Empatado na 21ª posição estava um golfista amador, Bryson DeChambeau — era a melhor classificação de um não-profissional na prova em mais de uma década. E se o seu desempenho chamou a atenção, o discurso foi ainda mais marcante: o rapaz falou da sua formação em Física, das técnicas de golfe que adotara a partir de manuais mais ou menos obscuros da década de 60 e dos tacos, feitos por si e todos do mesmo comprimento, ao contrário do que é regra no circuito. “Falam de mim como o cientista esperto. Não sei, acho que sou mais um bom experimentador.”

Este é um artigo do semanário Expresso. Clique AQUI para continuar a ler.