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Covid-19 deixa três pilotos em terra ainda antes do início do Dakar

Ivan Jakes, Giordano Pacheco e Alexey Titov testaram positivo à covid-19 e ficam assim impedidos de estar à partida do início do Dakar, que começa no sábado

Lusa

FRANCK FIFE/Getty

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Três pilotos foram impedidos de alinhar à partida da 43.ª edição do rali Dakar de todo-o-terreno depois de terem tido um teste positivo ao novo coronavírus, realizado já na Arábia Saudita, onde este sábado arranca a prova.

O eslovaco Ivan Jakes, que se preparava para iniciar a sua 13.ª participação na corrida, na qual conta já com uma vitória em etapas em 2015, teve um primeiro resultado positivo em solo árabe, confirmado com um segundo teste, realizado para despistar um eventual falso positivo.

"Infelizmente, o segundo teste também deu positivo. Isso significa que não começarei o Dakar", anunciou, na sua conta na rede social Instagram.

Também o motociclista colombiano Giordano Pacheco e o piloto de carros russo Alexey Titov estão infetados com o vírus SARS-Cov2 e não podem alinhar.

De fora está ainda o piloto saudita Abdulmajed Aakhulaifi, devido a dificuldades económicas dos seus patrocinadores.

Já o argentino Carlos Verza, piloto de quads, viu o seu voo para a Arábia Saudita cancelado e também fica de fora da corrida.

A 43.ª edição do rali Dakar começa este sábado, com a disputa de um prólogo de cerca de 10 quilómetros, disputado por todos os pilotos, com o objetivo de definir a ordem de partida para a primeira etapa, a disputar no domingo.

O tempo realizado será, no entanto, multiplicado por quatro e contará para efeitos de classificação.

Se um piloto não conseguir terminar o prólogo será creditado com o tempo de 25 minutos, aos quais serão somados mais 10 de penalização.

A prova contará com 15 portugueses à partida.