Tribuna Expresso

Perfil

Carolina Reis

Jornalista

A única coisa que me lembro de querer ser, desde muito pequenina, era jornalista. Talvez inspirada pelas histórias que me contaram do meu avô, que experimentou a profissão num tempo onde imperava o lápis azul. Comecei na secção de política do Público e desde 2007 que escrevo no Expresso. Sou jornalista na secção de sociedade, onde acompanho a agenda fraturante e a cidade de Lisboa. A minha maior ambição é contar histórias para sempre.

  • “As medalhas não compensam tudo. Há alturas em que fazemos quatro treinos por dia”

    Modalidades

    O corpo do mais destacado canoísta português é como uma máquina. Treinado e alinhado para ganhar, para ir batendo os seus próprios recordes. E este ano já foram vários: a medalha de ouro em K1 1000 metros e a de bronze em K1 500 no Campeonato da Europa, a que se juntou a de ouro em K1 5000 metros e a de prata em K1 500 na primeira Taça do Mundo. Nada mau para um miúdo que foi para a natação porque era hiperativo e, sem planos, se foi tornando campeão. “Os resultados foram aparecendo.” E que desde os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro — de onde toda a gente esperava que voltasse com uma medalha mas onde foi travado pelas folhas das árvores na sua pista — tem transformado a desilusão em vitórias. Fernando Pimenta explica como enfrentou os momentos mais dificeis. Esta semana regressa às competições. Portugal recebe o Campeonato do Mundo de velocidade de canoagem, onde Pimenta é, mais uma vez, o principal candidato às medalhas