Tribuna Expresso

Perfil

Mariana Cabral

Mariana Cabral

Jornalista

Quando disse em casa que queria ser jornalista, o pai, também ele jornalista, levou as mãos à cabeça e proibiu-a. A parvoíce levou-a a ignorar os conselhos parentais (pelo menos não fez tatuagens nem furou partes do corpo) e a licenciar-se em Ciências da Comunicação, na Nova. Estagiou n' A Bola e começou a trabalhar no Expresso em 2009 - primeiro na revista, depois no multimédia e agora no desporto. Tem a mania que percebe de bola, não só porque tem curso de treinador (UEFA B), mas porque quando não está na redação, está a treinar - Palmense, Santa Maria, Estoril e Sporting já estão no currículo (em futebol feminino). Também escreve umas coisas giras no Twitter.

  • José Boto, o scout dos craques da Luz: “Todos os domingos, eu e o Rui Costa festejávamos as derrotas do Saragoça, para irmos buscar o Aimar”

    No banco com os misters

    José Boto não é um nome que, por si só, diga muito aos adeptos. Mas o caso muda de figura quando se associa este scout de 52 anos a outros nomes: Witsel, Markovic, Fejsa, Grimaldo, Zivkovic... Depois de 11 anos na Luz, o ex-diretor do departamento de scouting do Benfica, reconhecido mundialmente como um dos melhores no sector, mudou-se para o Shakhtar Donetsk, na Ucrânia, onde vai trabalhar com outro português, o treinador Paulo Fonseca, de quem diz ser admirador. E o mercado de verão está aí à porta

  • Em direto. Ronaldo na Juventus: “Foi uma decisão fácil. Gosto de desafios, não gosto de estar cómodo: quero fazer história”

    Ronaldo

    Velho, ele? Nem pensar: há um novo Cristiano Ronaldo, "rejuvenescido" e "confiante", em Turim. O novo 7 do campeão italiano disse que aceitou o convite porque se sentiu "valorizado" e porque gosta de "desafios" - e até desvalorizou a Bola de Ouro: o que interessa é ganhar troféus com a Juventus. Eis o direto da Tribuna Expresso da apresentação de Ronaldo na Juve, que teve cerca de uma dezena de perguntas e durou pouco mais de 20 minutos

  • They're going home

    Mundial 2018

    A Inglaterra pôs-se a ganhar logo no início da segunda meia-final do Mundial 2018, mas isso foi o pior que lhe aconteceu: começou a jogar cada vez menos e a Croácia conseguiu chegar ao empate. E depois, no prolongamento, Mandzukic marcou (2-1) e mandou os ingleses para aquele sítio da música que tanto gostam de cantar: home

  • Muda de vida se há Vida em ti a latejar

    Mundial 2018

    Um jogo que começou parado, paradinho, foi animando à medida que os minutos iam passando: 1-1 no final dos 90'; 2-2 no final dos 120'; e, nos penáltis, os croatas foram mais fortes. Quarta-feira, nas meias-finais do Mundial, há Croácia-Inglaterra (e, terça-feira, Bélgica-França)

  • Mais um Harry para inglês idolatrar

    Mundial 2018

    A Inglaterra desbloqueou um jogo equilibrado contra a Suécia com uma cabeça de Harry Maguire, na 1ª parte, e outra de Dele Alli, na 2ª (2-0). Agora vai defrontar o vencedor do Croácia-Rússia, nas meias-finais do Mundial 2018, e continuar a manter o sonho de repetir a (única) conquista de 1966

  • Picky, o herói inglês a quem diziam que faltava um bocadinho assim

    Mundial 2018

    Quando se fala em Inglaterra, fala-se em Harry Kane (que já vai com seis golos no Mundial), mas o novo herói inglês é outro: chama-se Jordan Pickford, joga no Everton e decidiu a (inédita) vitória inglesa nos penáltis, frente à Colômbia, depois de ter sido criticado por Thibaut Courtois por ser baixinho. Este sábado, contra a Suécia (15h, SportTV1), 'Picky' será novamente titular, com os seus 185 centímetros de altura

  • Não foram sete, mas foi um inferno dos diabos

    Mundial 2018

    O Brasil foi surpreendido pela Bélgica, que esteve a ganhar por 2-0 e a controlar um jogo que pareceu sempre mais vermelho do que amarelo. Na 2ª parte, os brasileiros ainda reduziram (2-1), mas não conseguiram mais do que isso - e é a Bélgica que vai defrontar a França nas meias-finais do Mundial 2018

  • Esta é a nova Inglaterra, ladies and gentlemen

    Mundial 2018

    A Inglaterra esteve em vantagem, viu a Colômbia empatar o jogo já nos descontos (1-1) e, depois do prolongamento, seguiu-se o pior pesadelo de qualquer inglês: os penáltis. A Inglaterra já tinha perdido em seis das sete vezes em que teve de ir a penáltis, tanto em Mundiais como em Europeus, mas, desta vez, ganhou (e agora vai defrontar a Suécia nos quartos-de-final)