Tribuna Expresso

Perfil

Diogo Pombo

Diogo Pombo

Jornalista

Começou longe do desporto, no Sol e no I, até ajudar a fundar o Observador, onde o deixaram entrar a pés juntos nestes campos. Está sempre de olho no futebol e em tudo o que tem uma bola à mistura, para escrever sobre isso. Quando não pode, tenta estar a jogar qualquer coisa. Ou ver outros a fazerem história, jogando, como no Europeu de 2016, quando andou por França atrás da seleção. Pouco depois, chegou ao Expresso.

  • Voa, Ítalo, voa

    Surf

    Um brasileiro, não propriamente o que se esperava, ganhou o Meo Rip Curl Pro, em Peniche, voando sobre todos os outros surfistas. Ítalo Ferreira multiplicou-se em aéreos até à final, eliminando Gabriel Medina no processo até conquistar o seu terceiro evento do ano (e adiar a decisão do título mundial para a última etapa, no Havai)

  • Chegou a multidão, a única coisa que parecia realmente importar

    Surf

    O surf é as ondas e também é os surfistas que tanto de bom são capazes de fazer com o que o mar lhes oferecer. Eles deviam ser as coisas que interessam, não fosse o surf, claro, um negócio, que ficou visível na decisão da organização do Meo Rip Cur Pro em não aproveitar as ondas que tinha na sexta-feira e esperar por sábado - que trouxe as pessoas e a multidão, mas levou muitas ondas, durante muito tempo

  • Vai e não voltes, Neymar, que com a tua chegada se foi o Kikas

    Surf

    O burburinho, as cabeças a virarem-se para o palanque dos atletas, as câmaras apontadas, tudo mudou assim que se soube que Neymar estava na praia de Supertubos. O futebolista apareceu para apoiar Gabriel Medina e foi um mau prenúncio para Frederico Morais: o português perdeu na ronda quatro contra o brasileiro e Michel Bourez, acabando o Meo Rip Curl Pro no 9.º lugar

  • Kikas e Callinan: os melhores amigos que não puderam surfar um contra o outro

    Surf

    Ryan Callinan é o melhor amigo de Frederico Morais no circuito mundial, por admissão de ambos, e só por um triz - chamado Gabriel Medina - não surfaram um contra o outro em Peniche. "Nem tinha pensado nisso, mas teria sido incrível, mesmo", admitiu-nos o australiano, após ser eliminado pelo brasileiro, que vai defrontar Kikas em vez dele

  • Bom dia, alegria, Frederico Morais ganhou

    Surf

    O português eliminou Connor Coffin e avançou para a quarta ronda de um evento pela terceira vez este ano. Só que esta foi em Peniche, o evento de Frederico Morais, e ele celebrou ainda na água, quase furiosamente, a vitória que lhe garante pelo menos um 9.º lugar final no Meo Rip Curl Pro e os pontos que o afastarão da 22.ª posição do ranking, a última que garante a continuidade do mundial

  • Kanoa: o americano que é japonês, tem muito de português, já comprou casa na Ericeira e quer outra em Cascais

    Surf

    Kanoa Igarashi nasceu na Califórnia e surfou como americano até decidir competir pelo Japão, este ano, devido à vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, onde a prova de surf terá lugar na praia onde o pai se divertia com os amigos. Portanto, ele é um japonês nascido americano e, cada vez mais, português: fala como um português, namora com Teresa Bonvalot, tem uma casa na Ericeira e quer comprar outra em Cascais, como diz à Tribuna Expresso durante o Meo Rip Curl Pro, em Peniche

  • Ajuda-nos Kikas, és a nossa única esperança

    Surf

    O raiar do Meo Rip Curl Pro, em Peniche, veio com ondas forretas em tubos, sem um que fosse super, e os melhores surfistas do mundo limitaram-se, quase todos, a pontuações medianas. Miguel Blanco e Vasco Ribeiro foram eliminados, Frederico Morais terá de esperar para tentar evitar o mesmo nesta guerra de estrelas do mar

  • Bem-vindos à décima onda a quebrar em Supertubos

    Surf

    Há dez edições que o circuito mundial tem uma paragem residente em Portugal, em Peniche, em Supertubos, na linha de areia que, a partir desta terça-feira, volta a receber os melhores surfistas do mundo. Além de Frederico Morais, também Miguel Blanco, o campeão nacional de surf, e Vasco Ribeiro, o português com melhor ranking no QS, vão competir na prova portuguesa

  • Simona Halep, a repetente

    Ténis

    Pelo segundo ano consecutivo, a tenista romena fecha a temporada como número um do mundo, apesar de apenas em 2018 ter conquistado o seu primeiro torneio do Grand Slam, em Roland Garros. Quando chegarmos ao final do ano, Simona Halep terá liderado o ranking durante 48 semanas