Tribuna Expresso

Perfil

Lídia Paralta Gomes

Lídia Paralta Gomes

Jornalista

Escreveu o primeiro texto sobre futebol aos 7 anos, quando a professora primária pediu uma redação de tema livre à turma. Daí até começar a esgueirar-se pela papelaria da terra para ler os desportivos à socapa foi um pequeno passo. Ainda tentou Direito, mas logo percebeu que aquela composição tinha o carimbo do destino. Estudou as artes do jornalismo na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e, depois de uma passagem por Madrid, aterrou em Lisboa para estagiar no Record. Por lá ficou seis anos, até chegar ao Expresso em 2016.

  • A Arca de Lage

    Benfica

    O Benfica marcou antes do dilúvio, sobreviveu à bátega e resolveu já depois da chuva amainar. No final, 6-0 no marcador, numa 2.ª parte demolidora da equipa de Bruno Lage, e o regresso à liderança do campeonato, perante um Marítimo que se afogou no caudal ofensivo dos encarnados

  • Saída limpa

    Benfica

    Saiu cara ao Benfica a viagem à capital financeira da Europa. Mesmo que os encarnados se possam queixar da arbitragem - melhor, da falta de VAR - o certo é que desde cedo permitiram ao Eintracht Frankfurt mandar no jogo. E na hora de correr atrás do prejuízo, um erro deitou tudo a perder. Fora da Liga Europa, resta ao Benfica a luta pelo campeonato

  • A soma de todos os medos

    Liga dos Campeões

    Sérgio Conceição pediu eficácia, equilíbrio e cuidado com as saídas rápidas do Liverpool. À vez, tudo foi falhando: o FC Porto começou por não aproveitar a entrada forte e depois permitiu que o Liverpool navegasse nas águas onde se sente mais confortável, o contra-ataque. A derrota por 4-1 é pesada, talvez exagerada, mas foi com ela que acabou a aventura na Champions para os dragões esta época

  • Sp. Braga não foi Ronaldo. Mas morreu a tentar

    Futebol nacional

    Com uma desvantagem de 3-0 da 1.ª mão às costas, o Sp. Braga entrou de rompante na 2.ª mão e durante uma hora manietou o FC Porto. Chegou a parecer possível uma reviravolta, até Sérgio Conceição mexer e a frieza voltar à cabeça dos jogadores dos dragões. No final, o 1-1 deixa o FC Porto no Jamor

  • McGregor: destemido, lutador, fala-barato, milionário

    Modalidades

    Bastou um tweet: horas depois de aparecer num programa de televisão norte-americano a falar das negociações para aquele que seria o seu próximo combate, Conor McGregor anunciou a retirada imediata das artes marciais mistas. Em 2016 fez o mesmo, mas quatro meses depois já estava de novo no octógono. Desta vez é para valer?

  • Mike Trout, o basebolista alérgico à fama que vai ter o maior contrato da história do desporto

    Modalidades

    São 430 milhões de dólares, quase 380 milhões de euros, e 12 anos de contrato: a renovação pelos Los Angeles Angels vai tornar Mike Trout no proprietário de um contrato sem precedentes no desporto mundial. Ele que é um dos mais completos e consistentes jogadores da história, mas recusa o estrelato. É apaixonado por fenómenos meteorológicos, gosta de pescar e caçar e foge a sete pés de entrevistas e câmaras

  • E era uma vez os três portugueses e o mais louco torneio dos EUA

    Modalidades

    Todos anos, por esta altura, é a mesma coisa: os norte-americanos param para ver o March Madness, a alcunha do torneio final que define o campeão nacional do basquetebol universitário. E pela primeira vez há três portugueses nesta competição que junta 68 equipas que jogam em regime de eliminação direta durante três semanas e que movimenta qualquer coisa como 7,5 mil milhões de euros em apostas. Eles são Francisco Amiel, Diogo Brito e Neemias Queta, o poste que poderá muito bem ser o primeiro português a jogar na NBA

  • O Lagismo vive

    Benfica

    O jogo, no papel, era difícil, mas um Benfica mais à imagem dos primórdios da chegada de Bruno Lage tornou-o mais fácil. Frente ao Moreirense, o Benfica soube ser paciente antes de dominar e jogar com a imensa criatividade do seu ataque para vencer por 4-0 e voltar ao topo da tabela

  • Mestres com cerimónias

    FC Porto

    O FC Porto venceu o Marítimo por 3-0 e o resultado dá a impressão de noite fácil. Mas não foi bem assim: perante um adversário a jogar com 10 desde os 6 minutos de jogo, faltou quase sempre criatividade aos dragões, que tiveram muito volume de jogo, mas muito pouca objetividade. Os primeiros golos só apareceram já bem dentro da 2.ª parte e de bola parada e só houve magia após a entrada de Brahimi e Óliver