Tribuna Expresso

Perfil

Bruno Vieira Amaral

Bruno Vieira Amaral

escritor

  • O Ignominioso Douglas Costa

    Crónica

    O escritor Bruno Vieira Amaral escreve sobre o ato de cuspir num adversário, a “agressão mais vil e nojenta em sociedade, desportos de contacto incluídos”. Tem a ver com a Juventus

  • O refrescante Sousa Cintra

    Opinião

    O escritor Bruno Vieira Amaral despede-se de José Sousa Cintra, depois deste "interlúdio" do empresário de 73 anos no Sporting: "Fez-nos ter saudades dos tempos em que, por amor ao clube, os mecenas patrocinavam a felicidade de milhões de adeptos famintos de alegrias"

  • O pródigo Nani

    Opinião

    O escritor Bruno Vieira Amaral explica-nos uma das mais conhecidas parábolas bíblicas e o porquê de Nani, jogador cujo desvalorizado regresso só pode ser explicado pela profunda depressão e incerteza espiritual em que vive o comum adepto sportinguista, mais do que o filho pródigo, ser na verdade o filho que nunca transgrediu

  • O invisível Pizzi

    Opinião

    O escritor Bruno Vieira Amaral escreve sobre o melhor jogador da 1ª jornada da Liga portuguesa: Luís Miguel Afonso Fernandes, mais conhecido por Pizzi

  • O pacificado José Mota (por Bruno Vieira Amaral)

    Futebol nacional

    José Mota é um símbolo, uma ideia, um arquétipo, um treinador admirado por Bruno Vieira Amaral e o escritor explica-nos porquê: "Não só resistiu à enxurrada de clones mourinhescos como não foi favorecido pela consagração do tipo de treinador com que mais se assemelha, o treinador de vasta experiência que, após uma vida a roer ossos, se vê recompensado com o Filet mignon de um grande"