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Perfil

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Bruno Vieira Amaral

Bruno Vieira Amaral

escritor

  • O regresso da lenda ao teatro dos sonhos
    Futebol internacional

    No Déjà Vú desta semana, o escritor Bruno Vieira Amaral vai até ao momento inaugural em que Cristiano Ronaldo irrompeu na Premier League "com a autoconfiança e a audácia dos predestinados". Agora regressa aos red devils para continuar a escrever a história

  • João Patrão com oxímetro nos pés
    Crónica

    É obrigado a conceder ao amigo que o “patrão” soa a exagero. Bruno Vieira Amaral diria que em Palhinha está um supervisor de turno bastante competente, que põe ordem na linha de montagem e faz com que os restantes operários pareçam um bocadinho melhores. O mesmo amigo trouxe à baila João Mário, o transplante cerebral ocorrido este verão que, quando tem a bola, os companheiros e até os adeptos parecem mais inteligentes. E respiram melhor

  • O ofício do golo
    Crónica

    Todas as semanas lá vão aparecendo casos destes em que o jogador, por respeito ao anterior clube, aos amigos, em homenagem a um tio convalescente ou a uma prima que acabou de perder o emprego, comete essa atrocidade, o crime humanitário de não festejar um golo. Coincidiu a proeza de Toni Martínez com a morte de um jogador que, na opinião de alguns especialistas demasiado picuinhas, “só” sabia marcar golos. Mas Gerd Müller não só marcava, como também sabia festejar

  • O intervalo de excelência dos Jogos Olímpicos
    Crónica

    É certo que a comitiva portuguesa, além das quatro medalhas e onze diplomas, deu um cheirinho de futebolização com a polémica Évora-Pichardo. Mas nem isso atenua o efeito de duas semanas expostos à excelência desportiva e ao anti-clímax que representa o regresso ao nosso futebol paroquial e às suas guerras do Alecrim e Manjerona

  • “Um rei europeu na prova-rainha”: 100 metros para a glória
    Jogos Olímpicos

    O escritor leva-nos até 1992 no Dejà Vu desta semana: "Para se chegar ao último europeu a ganhar a medalha de ouro na prova mais rápida do calendário olímpico é preciso saltar (ou correr muito depressa) até ao ano dos Jogos Olímpicos de Barcelona, e encontrar o britânico Linford Christie, na altura já um veterano de 32 anos, na sua derradeira tentativa a sério de alcançar a glória suprema"

  • Pardais e aves de rapina
    Crónica

    A vitória na Supertaça também serviu para arrefecer os ânimos daqueles que justificaram a vitória do Sporting no campeonato com um conjunto irrepetível de fatores – pandemia, ausência de público nos estádios, calendário suave – e esperavam que, agora, com o pesado estatuto de campeão nacional, o Sporting aparecesse na sua versão pré-pandémica, cheio de dúvidas, hesitações, velhos temores

  • Máximos Olímpicos
    Crónica

    Com o tempo, as desculpas tornaram-se no nosso desporto olímpico preferido, uma espécie de competição paralela, em que nós, espectadores de sofá que durante os quatro anos da olimpíada não ligávamos pevide àqueles desportos exóticos e desportistas obscuros, nos sentíamos defraudados e exarávamos sentenças inapeláveis, como se aqueles homens e mulheres que se sacrificavam para lá do que o nosso entendimento concebia, nos tivessem roubado deliberadamente as alegrias a que julgávamos ter direito