Tribuna Expresso

Perfil

  • Ayrton Senna, o extraterrestre que nos fez chorar

    Ayrton Senna

    Foi há 25 anos, parece que foi ontem. Aconteceu num início de maio de 1994: o que era mito da melhor maneira fez-se ainda mais mito mas da pior maneira. O homem do capacete amarelo, o homem que era maior que o desporto que praticava, esse homem idolatrado e admirado desaparecia num muro. Naquele muro que odiamos. Aquele em Ímola que nos fez chorar. Esta é a história daquele homem e dos que daquele homem não se esquecem. ( Texto publicado originalmente a 1 de maio de 2014)

  • O dia em que o diabo apareceu

    Ayrton Senna

    Este é o texto de alguém que esteve naquele dia e naquele lugar onde Senna perdeu a vida numa corrida que nunca devia ter acontecido. Só que aconteceu e António Varela, diretor de comunicação do COP, relembra a tragédia

  • O preferido de Deus

    Ayrton Senna

    Há 25 anos, Ayrton Senna morreu como viveu: na frente de um GP, a testar os limites. Para muitos, inclusive para o atual campeão do Mundo Lewis Hamilton, o brasileiro foi o melhor piloto de todos os tempos. As voltas-canhão nos últimos minutos das qualificações e a capacidade quase sobre-humana para correr debaixo de chuva eram duas das principais imagens de marca. Mas, mais relevante do que isso, Senna é uma das mais contraditórias e fascinantes personagens da história do desporto, como se tenta justificar nesta pouco concisa e assumidamente nostálgica biografia

  • O meu primo Ayrton

    Ayrton Senna

    A 1 de maio de 1994 a minha vida ficou virada do avesso: foi o dia em que desapareceu Senna e eu entendi o que era, então, a morte

  • Senna, o extraterrestre que nos fez chorar

    Ayrton Senna

    Foi há 24 anos, parece que foi ontem. Aconteceu num início de maio de 94: o que era mito da melhor maneira fez-se ainda mais mito mas da pior maneira. O homem do capacete amarelo, o homem que era maior que o desporto que praticava, esse homem idolatrado e admirado desaparecia num muro. Naquele muro que odiamos. Aquele em Ímola que nos fez chorar. Esta é a história daquele homem e dos que daquele homem não se esquecem. Texto publicado originalmente a 1 de maio de 2014