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“Paulo Gonçalves? Acredito na sua inocência. São questões do foro pessoal”

Varandas Fernandes, vice-presidente do Benfica, dirigiu-se à comunicação social para debater alguns dos temas da atualidade

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Varandas Fernandes, vice-presidente do Benfica

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As invejas

“O Benfica está forte, coeso, demonstra uma liderança desportiva e uma sustentabilidade financeira sem paralelo. Talvez isso justifique um conjunto de decisões incompreensíveis por parte das entidades desportivas. As recentes decisões do IPDJ e do Conselho de Disciplina da Federação, marcadas pela arbitrariedade e falta de fundamento, serão objeto dos nossos recursos. Iremos até às últimas consequências.

No caso da decisão do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol o escândalo é gritante. Trata-se de um jogo em que o Benfica, sendo equipa visitante, alertou previamente para o erro de colocar os seus adeptos na bancada central. Este episódio revela como são pertinentes as razões do desafio que aqui fizemos há semanas, no sentido de se divulgar quem é quem nas entidades de futebol.

O Benfica está totalmente focado nos seus objetivos desportivos, financeiros e patrimoniais. A nossa estratégia está definida: temos um líder forte, uma liderança sustentável. O Benfica é a maior marca portuguesa, é um elo de união dos portugueses nos quatro cantos do Mundo.

No Benfica pugnamos pelo respeito por todos, instituições, adversários e rivais. Esta postura que temos justifica a nossa exigência, que o Benfica seja tratado com o mesmo respeito e fair-play. Não fomos nós quem divulgou correspondência privada de outro clube, quem promoveu um espécie de santa aliança contra outro clube; não invadimos centros de treinos de árbitros, nunca ameaçámos árbitros nem os seus familiares”.

O profissional

“Paulo Gonçalves é funcionário do Benfica. A situação não se alterou. É um profissional competente, dedicado, e até prova em contrário acredito na sua inocência. Está acusado, não está condenado. A justiça encarregar-se-á de apurar. Conheço muitos casos de boa gente que foi acusada e nunca foi a julgamento. São questões do foro pessoal”.