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“Dedicamos o triunfo ao Fernando, que perdeu a mãe. O nosso capitão teve um discurso e quase me vieram as lágrimas aos olhos”

Bruno Lage, à BTV, analisou o triunfo do Benfica sobre o Vitória de Setúbal (4-2), e explicou o abraço coletivo a Fernando Ferreira, treinador de guarda-redes da equipa

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As dinâmicas

“Uma boa vitória, uma boa dinâmica. Uma primeira meia-hora muito boa, ao nosso nível, mesmo falhando o penálti. Depois, acontece um golo e sentimos esse golo, porque estávamos entusiasmados e não ficámos tão atentos às transições. Eles têm um ponta de lança muito inteligente e hábil na procura do espaço. Na segunda-parte, fizemos o 3-1 e o 4-1, e podíamos gerir o jogo com mais bola até final. Mas, fruto do posicionamento do Vitória de Setúbal, se calhar tentámos criar mais oportunidades de golo. Houve uma falta aqui, uma falta acolá, o penálti que deu o 4-2. Mas o que nos deixa felizes foi a entrada muito forte. Este resultado fica-nos bem. Agora, é recuperar, porque temos cinco finais pela frente e temos a segunda-mão com o Eintracht Frankfurt. Temos de ter energia”.

O golo

“Nós treinamos a procura do golo constantemente. Na primeira parte, tivemos uma entrada muito forte e ficámos com o jogo à mão. Estamos sempre à procura do golo para que os três pontos fiquem na nossa mão o mais rápido possível. Queremos criar oportunidades e marcar golos. Dedico a vitória ao Fernando Ferreira [treinador de guarda-redes] que perdeu a mãe. O grupo juntou-se e quis-lhe oferecer a vitória. O nosso capitão teve um discurso muito forte para lhe dedicarmos a vitória e quase que me vieram as lágrimas aos olhos. O lado familiar é importante, tal como o lado profissional”.

Os manos

“O João Félix e o irmão? É normal, também representa o Benfica e Deus queira que isto seja uma passagem de testemunho para que o mais novo também tenha uma carreira profissional”.