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OPA: regras de mercado limitam Luís Filipe Vieira

Regras de mercado que serão aplicadas aos atuais acionistas podem impedir que Vieira venda toda a sua posição na SAD

Diogo Cavaleiro e Pedro Candeias

TIAGO MIRANDA

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Luís Filipe Vieira pode ficar impossibilitado de vender todas as suas ações da sociedade anónima desportiva (SAD) do Benfica. O clube que lidera abriu portas para que, quando sair da presidência, Vieira receba quase €3,8 milhões pela alienação dessas ações. Só que, devido às regras do mercado de capitais, pode não lhe ser permitido vender todas, pelo que o encaixe futuro poderá ser inferior. Tudo depende do que acontecer agora na oferta pública de aquisição (OPA) lançada pelo clube à SAD.

A OPA promovida pelo clube, que já é dono de 67% da SAD, é sobre 28% do capital. Só que há 33% fora das mãos do Benfica. Ou seja, se todos os atuais acionistas externos ao clube quiserem vender, terá de haver aquilo a que se chama rateio, uma espécie de divisão que deverá ser proporcional entre os acionistas para que todos consigam vender pelo menos uma parcela. Só não terá de haver este rateio se só estiverem disponíveis para vender nesta OPA os donos de 28% das ações — a parcela que o clube quer adquirir, no máximo — ou menos do que isso.

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