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Bruno Lage: "Não temos medo nenhum. Queremos que o jogo chegue o mais rápido possível"

Na conferência de imprensa de antevisão ao jogo contra o Portimonense (19h15, Sport TV1), o treinador do Benfica praticamente não quis falar sobre o apedrejamento do autocarro do clube, preferindo enaltecer a quantidade de oportunidades de golo fabricadas pela equipa e como os jogadores "treinaram bem e sem qualquer problema" desde então

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Gualter Fatia/Getty

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O jogo que vem aí

"O resultado não foi o que esperámos, mas a equipa produziu seis oportunidades de golo apenas com o guarda-redes pela frente, muitos cruzamentos a surgirem na pequena área a falar um pequeno toque para marcarem golo. Espero que a equipa dê uma resposta em termos de vitórias e consiga marcar golos. Temos 27 pontos para disputar. Queremos seguir em frente, criar o mesmo volume de jogo ofensivo, marcar a vencer o jogo. Lutamos pelo objetivo maior de vencer o campeonato e queremos estes três pontos.

"Temos a noção que tínhamos de vencer o jogo e que queremos fazer mais, e melhor. Mas, depois de dois meses sem competir, criar tantas oportunidades... O caminho é este. Há que pensar, refletir e tentar corrigir."

A semana atribulada

"Vou falar apenas daquilo que é o futebol. Medo não há, claro que foi uma situação que aconteceu e que tivemos de viver, sinto que a situação está completamente ultrapassada. Repito: não temos medo nenhum. Queremos que o jogo chegue o mais rápido possível para marcarmos os golos que não conseguimos no jogo anterior.

"Estamos cientes e conscientes de que temos de vencer jogos e marcar golos. Isso só se faz com muito trabalho de confiança e de união."

O que sentiu no ataque ao autocarro?

"Foi tudo tão rápido... Não sei o que dizer. Sei é que não confundo os adeptos que fizeram o corredor o ano passado, em Vila do Conde, que nos apoiam nos bons e maus momentos... Não interessa a forma como vivi o momento. Interessa é que os jogadores treinarem bem e sem qualquer problema."

A ida de LFV ao balneário

"O presidente vai ao balneário quando entender e, neste caso, foi uma conversa de pai para filhos."

As cinco substituições

"Há prós e contras. Concordo muito e prevejo que possa continuar no futuro desde que se mantenham as três paragens no jogo."

Menos vitórias dos primeiros classificados no regresso

"O tempo de preparação condiciona, o facto de não haver adeptos no estádio também. Mas isso é para todos. Partindo do princípio que, das quatro semanas, todas as equipas só tiveram duas para treinarem em coletivo, são tudo coisas que temos de ter em consideração. A obrigação de vencer, marcar golos e fazer cada vez mais e melhor, está tudo presente para o jogo em Portimão."