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Jesus: “O Benfica pôs-se a jeito e andou com a corda na garganta. Não se pode falhar três oportunidades com dois avançados contra o keeper”

O treinador do Benfica no final do jogo com o Marítimo, à BTV

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MÁRIO CRUZ

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Os falhanços
“Em primeiro lugar, o mais importante era ganhar e isso foi conseguido. Também era importante não sofrer golos, agora… é verdade que a equipa durante os 95 minutos se pôs a jeito. Tivemos várias hipóteses para fazer o golo: oportunidades de dois avançados contra o keeper. Não podemos falhar ocasiões destas. Depois, por estar 1-0, a equipa do Marítimo começou a acreditar, e teve chances para isso, com uma grande defesa do Helton. Isso deixou o Benfica um bocado intranquilo, dentro e fora do campo. Podes perder oportunidades de golo, agora três oportunidades com dois avançados para o keeper não podes. Mas temos de dar os parabéns à equipa, porque no fundo ela ganhou, no fundo ela criou, no fundo ela trabalhou. Estivemos sempre com a corda na garganta, mas os objetivos foram atingidos.”

Os cinco defesas
“Achei que não havia motivos táticos para jogar com três jogadores atrás. Era mais importante pôr um jogador com caraterísticas ofensivas, porque sabia que o Marítimo vinha jogar com cinco defesas. Agora, no fim, a entrada do Vertonghen serviu para fechar a baliza, porque o Taarabt já vinha a acusar cansaço e estava o Julian Weigl sozinho. A entrada do Chiquinho também estabilizou a equipa. O treinador também tem de saber jogar com o jogo, nem sempre as coisas são iguais.”

O Paços
“Todos os jogos vão ser difíceis até final. O Paços é muito forte a jogar em casa; não é deste ano, foi sempre assim. Vamos estudar a melhor forma de jogar em Paços. Hoje, o Benfica não esteve tão confiante como nos dois últimos jogos, mas a verdade é que criou ene oportunidades de golo. Não podes ficar muito zangado com eles, porque isto é o um princípio de um bom sinal. Os avançados às vezes esquecem-se que por vezes devem assistir os colegas.”