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Líder do 'Benfica Bem Maior' pede eleições: "Clube não tem figura de 1.º vice presidente e foi em Vieira que votaram os sócios"

João Braz Frade defende que atual direção do Benfica tem legitimidade legal para exercer o mandato, mas a gravidade das acusações e a detenção de Luís Filipe Vieira ferem a legitimidade ética dos atuais corpos gerentes. Porta-voz do movimento criado há um ano diz à Tribuna Expresso que o clube não merece um presidente enfraquecido

Isabel Paulo

NUNO FOX

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Após reunião extraordinária da comissão executiva do Movimento 'Benfica Bem Maior', efetuada após a detenção de Luís Filipe Vieira, João Braz Frade sustenta que o clube e a SAD da Luz devem ir a votos, face “às graves acusações" que pendente sobre o presidente do Benfica. “Sem prejuízo da presunção de inocência que se defende e respeita, não podem deixar de ser extraídas consequências imediatas e diretas pelos órgãos sociais do Benfica e por todos os sócios”, sustenta o movimento fundado em junho de 2020.

O antigo vice-presidente do Benfica no mandato entre 2006 e 2009, que manifesta “tristeza e preocupação com os acontecimentos” que envolveram Luís Filipe Vieira - acusado de alegados crimes de burla qualificada, fraude fiscal, abuso de confiança, falsificação e branqueamento de capitais -, defende a Tribuna Expresso que é urgente a marcação de uma Assembleia Geral para agilizar eleições antecipadas nos órgãos do clube.

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