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Eleições do Benfica. Francisco Benitez reuniu as 10.000 assinaturas necessárias e será mesmo candidato contra Rui Costa

O membro do movimento Servir o Benfica, que nas últimas eleições concorreu à presidência da Mesa da Assembleia Geral na lista de João Noronha Lopes, revelou, esta segunda-feira, que reuniu o número de subscritores necessário para formalizar a candidatura ao ato eleitoral que decorrer a 9 de outubro

Lusa

As eleições de outubro de 2020 foram as mais concorridas da história do Benfica

ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

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O movimento Servir o Benfica, do qual faz parte Francisco Mourão Benitez, candidato à presidência do clube lisboeta, informou, esta segunda-feira, ter os votos necessários dos subscritores para formalizar a candidatura.

“Reunimos os votos necessários [um mínimo de 10.000] dos subscritores para formalizar a candidatura. Toda a documentação será entregue em breve na secretaria geral do clube”, informou o movimento, numa pequena nota nas redes sociais, na qual também agradece a confiança dos sócios.

Francisco Mourão Benitez já tinha revelado durante este mês que seria candidato à presidência do clube, cujas eleições para os órgãos sociais estão previstas para 9 de outubro, mediante o cumprimento de alguns pressupostos, nomeadamente a existência de um regulamento eleitoral.

O empresário, que em 2020 concorreu a presidente da mesa da Assembleia Geral na lista de João Noronha Lopes, é um dos candidatos a liderar o Benfica, em oposição ao ex-futebolista Rui Costa, vice-presidente que assumiu a liderança do clube após a detenção de Luís Filipe Vieira.

Vieira, que tinha sido eleito em outubro de 2020 para um quinto mandato, foi detido em julho no âmbito da operação ‘Cartão vermelho’ e chegou a estar em prisão domiciliária até ao pagamento de uma caução de três milhões de euros.

O antigo presidente do Benfica foi um dos quatro detidos no início de julho numa investigação que envolve negócios e financiamentos superiores a 100 milhões de euros, com prejuízos para o Estado, SAD do Benfica e Novo Banco e está indiciado por abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, branqueamento de capitais e fraude fiscal.