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Ciclismo

Nélson Oliveira foi 13.º no contra-relógio dos Mundiais de ciclismo, um "resultado que não era o desejado"

O ciclista português "queria estar nos 10 primeiros” da prova, mas ficou aquém desse objetivo numa corrida vencida pelo italiano Filippo Ganna

Lusa e Tribuna Expresso

Luc Claessen/Getty

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No arranque dos Mundiais de ciclismo de estrada, que se disputam na Flandres, o português Nélson Oliveira foi 13.º na prova de contra-relógio individual de elites masculino. Numa corrida vencida por Fillipo Ganna, de Itália, Oliveira manifestou ter ficado alguns lugares aquém do pretendido.

“Vim para esta prova com um plano e consegui executá-lo em termos de performance. O resultado é que não foi o desejado, porque queria estar nos 10 primeiros”, explicou o corredor, citado em comunicado da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC).

O contra-relógio foi ganho por Ganna, de 25 anos, que reafirma o seu estatuto como uma referência na especialidade. Este foi o sexto título mundial do italiano, o segundo no contra-relógio de estrada (os outros quatro foram na pista). Ganna fez os 43,3 quilómetros entre Knokke e Bruges em 47.47 minutos, seis segundos mais rápido do que Wout van Aert, segundo, e 44 do que Remco Evenepoel, dois belgas.

Nelson Oliveira foi o melhor português, na 13.ª posição, a 1.55 minutos, enquanto Rafael Reis foi 30.º, a 3.35, entre 55 participantes que concluíram o exercício. Para Oliveira, este ‘crono’ era “muito plano”, fora das características em que se dá melhor, mas apesar disso avalia positivamente a prestação, dado que ficou “apenas a dois segundos do objetivo”, o ‘top 10’.

Já Rafael Reis estreou-se em Mundiais ao nível da elite com o 30.º lugar, tendo dado “o máximo que podia em todos os momentos”. “Se em alguma altura desse mais, iria pagar a fatura mais tarde”, explicou o ciclista da Efapel.

Em ano de centenário, os Mundiais da Flandres prosseguem na segunda-feira, dia 20, com os contrar-relógios da elite feminina, com Daniela Campos em ação, e dos sub-23 masculinos.