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Covid-19. Hungria decreta redução máxima de 70% do salário dos jogadores

Os salários deverão a ser pagos na totalidade após o final do estado de emergência.

Lusa

O Ferencvaros liderava a liga húngara antes da paragem

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O governo húngaro decretou que o salário dos jogadores de futebol possa ser reduzido pelos clubes até ao máximo de 70%, para fazer face aos transtornos financeiros provocados pela pandemia de Covid-19.

O diploma determina ainda que, no final do estado de emergência, decretado para travar a propagação do novo coronavírus, os salários dos jogadores devem voltar a ser pagos na totalidade.

Em relação ao campeonato húngaro, que é liderado pelo Ferencváros, a oito jornadas do fim, o presidente da Federação húngara, Sándor Csányi, assegurou que poderá ser concluído se as partidas forem reiniciadas antes de 13 de junho.

Em 11 de março, foi anunciado que jogos seriam disputados à porta fechada, mas quatro dias depois a federação decidiu cancelar o campeonato por tempo indeterminado e pediu às equipas que fizessem o mesmo com as sessões de treino.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 181 mil mortos e infetou mais de 2,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 593.500 doentes foram considerados curados.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.