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Crónica

Kun Agüero: o assassino profissional discreto e fatal que mudou a história do Manchester City (e mais 35 minutos de golos)

Nessa época de 2011/12, a primeira de Agüero no clube, o City chegou ao último jogo a precisar de ganhar em casa ao aflito Queen’s Park Rangers. A tarefa parecia fácil. Bastava carimbar. Mas nunca se deve menosprezar a força de uma maldição. A dois minutos do fim, o City perdia em casa e, com o United a triunfar no outro jogo, tudo indicava que a lendária boa estrela de Alex Ferguson e o eterno pé frio do segundo clube de Manchester iriam impor as suas regras. Depois, aconteceu futebol

Bruno Vieira Amaral

Dean Mouhtaropoulos

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Ao fim de dez épocas no Manchester City, Sergio Agüero vai pendurar as botas azuis. Goodbye. Farewell. Foi o período dourado dos vizinhos barulhentos do United e se houve outros jogadores, e treinadores, que o simbolizaram – David Silva, Yaya Touré, Vincent Kompany, Roberto Mancini, Manuel Pellegrini, Pep Guardiola – Agüero teve a sorte e a perícia de ser o homem que, num momento sublime, mudou a história de um clube perdedor, a mirrar à sombra dos sucessos do rival, e com um pontapé em tempo de descontos na última jornada do campeonato quebrou o enguiço e mandou os fantasmas para o desemprego.

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