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Crónica

Este texto não é sobre Nadal, Federer ou Djokovic: o meu GOAT é um obscuro tenista belga chamado Filip Dewulf

A discussão é interminável, um dos prazeres subsidiários do ténis e renova-se a cada final de um torneio do Grand Slam, a cada feito de um dos Big 3, Federer, Nadal e Djokovic (aqui apenas por ordem cronológica, não se apoquentem). E o que há de aborrecido e nocivo nesta discussão é que o desejo de declarar a grandeza absoluta de um vem sempre acompanhado de uma vontade, ainda que envergonhada, de rebaixar os outros

Bruno Vieira Amaral

ERIC FEFERBERG

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A discussão é interminável, um dos prazeres subsidiários do ténis e renova-se a cada final de um torneio do Grand Slam, a cada feito de um dos Big 3, Federer, Nadal e Djokovic (aqui apenas por ordem cronológica, não se apoquentem). Depois da estrondosa vitória do sérvio na meia-final contra Nadal, no piso preferido deste, na terra batida de que o espanhol é considerado, aí sem grande controvérsia, o melhor de sempre, comentadores e amadores da modalidade apressaram-se a levar o manto e a coroa a Djokovic.

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