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Crónica
Philipp Lahm

Philipp Lahm

Antigo campeão do Mundo de futebol

Em Paris pensam globalmente e o único que falta é Ronaldo, mas isso seria demais para qualquer treinador aguentar (por Philipp Lahm)

Em Pais, as multidões têm a oportunidade de ver as estrelas perto, como se fossem cantores pop ou atores de Hollywood. As camisolas vendem bem. O coronavírus não afetou o PSG. O clube está nas bocas do mundo. Philipp Lahm, antigo campeão mundial, escreve como depois da Torre Eiffel e de Notre Dame, a capital francesa tem um novo símbolo: uma equipa de futebol exorbitantemente cara que pede a designers de moda para lhe inventarem camisolas

Philipp Lahm

Aurelien Meunier - PSG

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Nas margens do Sena, em Paris, a cinco minutos do Louvre, ficam os armazéns Samaritaine. A última remodelação do edifício custou 750 milhões de euros. O interior é revestido com painéis de madeira e tem uma área VIP. O leque de marcas ali representadas é composto por Dior, Gucci, Prada e Louis Vuitton. Os sapatos custam 1000 euros. É possível personalizar garrafas de champanhe e os perfumes em exposição nas vitrines custam seis dígitos. O negócio de bens de luxo continua a crescer, mesmo na pandemia.

O Samaritaine atrai pessoas. As pessoas passeiam e admiram as montras como admiram a Mona Lisa no Louvre. As pessoas querem visitá-lo como visitam a Torre Eiffel e a Notre Dame. É deslumbrante. O proprietário Bernard Arnault, o europeu mais rico, reuniu todas as marcas nobres no seu castelo de contos de fadas.

O Samaritaine é parecido com a equipa de futebol Paris Saint-Germain. Isto porque os jogadores de futebol mais valiosos do mundo estão sob o mesmo teto. Na baliza está o italiano Gianluigi Donnarumma, que foi eleito o melhor futebolista do Euro 2020 depois da Itália vencer na final. Novo na defesa está Sergio Ramos, capitão e figura de destaque no Real Madrid por mais de uma década. O campeão europeu Marco Verratti, o coração do meio-campo italiano, orienta o jogo.

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