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Macarena Sánchez só quer jogar à bola, mas foi ameaçada de morte

Macarena Sánchez quer revolucionar o futebol feminino na Argentina e, por isso, tem sido ameaçada de morte nas últimas semanas. Exige o estatuto de futebolista profissional e quer diminuir a distância nos direitos entre homens e mulheres. Confessa que vive para jogar à bola, um desporto que lhe “ensina muito mais da vida do que de futebol”

Hugo Tavares da Silva

Macarena Sánchez tem 27 anos e joga futebol há 20

D.R.

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Macarena foi despedida a meio da época pelo UAI Urquiza (ou seja, terá de esperar pelo verão para voltar a jogar), por quem venceu campeonatos e até jogou a Taça Libertadores. Não compreende o abismo nos salários (recebia 15 euros/mês) e nas condições de treino comparativamente com a equipa masculina, que atua na terceira divisão.

Tem 27 anos, trabalha pela manhã, treina sozinha à tarde e estuda Serviço Social à noite. Maca, como lhe chamam (os argentinos nunca se tratam pelo nome), gosta de política e admira Frida Kahlo, porque “triunfou num ambiente muito machista”. O Expresso entrevistou-a.

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