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Football Leaks. Procurador António Cluny provoca mal-estar no Eurojust

Membro português do gabinete de cooperação judiciária europeia não contou aos colegas que é pai de um advogado que representou um banco das Ilhas Caimão contra Rui Pinto, o denunciante do Football Leaks

Micael Pereira

Durante a conferência de imprensa do Eurojust de há uma semana, António Cluny sentou-se numa das pontas (é o último à direita)

Rafael Buschmann

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Na terça-feira da semana passada houve um pormenor que passou despercebido numa conferência de imprensa promovida em Haia, na sede do Eurojust, o organismo da União Europeia criado para facilitar a coordenação entre as autoridades judiciárias dos Estados-membros em casos cuja investigação suscite o interesse ou precise de ajuda de vários países.

A conferência serviu para anunciar que o Ministério Público francês disponibilizou aos seus congéneres milhões de documentos do Football Leaks, depois de ter havido uma reunião de coordenação nessa mesma manhã entre procuradores de diversos países sobre o assunto, de modo a abrir formalmente um procedimento de cooperação europeia.

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