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Como duas canções explicam quase tudo sobre o FC Porto-Benfica

Dois clássicos do futebol e um Festival da Canção entram num bar. É sábado à noite e vai ser preciso sincronizar os relógios para não perder pitada da muita ação que nos será oferecida via televisão. Enquanto em Portimão se escolherá o representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção (RTP1, 21h), no Estádio do Dragão arrumam-se as peças para o ataque ao título na Liga Portuguesa (Sport TV, 20h30). E tudo isto precedido por uma espreitadela a Madrid, onde Real e Barcelona se voltam a encontrar (Eleven Sports 1, 19h45), agora com o foco em LaLiga

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Mas comecemos pelo que nos trouxe aqui em primeiro lugar. A recuperação do Benfica com Bruno Lage e os tropeços do FC Porto nas últimas semanas transformaram o clássico português no jogo que não pode deixar de ser visto. No Estádio do Dragão, a equipa da casa defende o ponto de vantagem que a mantém no primeiro lugar, acossada por uma equipa encarnada onde a revolução se faz em competição, com vários jovens a tomar os lugares de consagrados e um deles a transformar-se na imagem do futuro líder dos jogadores portugueses. Será que conseguirá ser campeão no seu primeiro ano na Liga NOS?

A canção dos Madrepaz não surge entre os favoritos para a vitória em Portimão, mas podia bem ser reivindicada como hino do momento para o Benfica. As oito vitórias consecutivas desde que Bruno Lage pegou na equipa estão aí como marca positiva da transfiguração que atravessa o plantel encarnado. O técnico de Setúbal propôs um regresso aos dois avançados, encontrando um equilíbrio na equipa que lhe permite ser mais eficaz ofensivamente, ao mesmo tempo que procura escapar à exposição que alguns problemas defensivos continuam a denotar. João Félix tem sido um elemento fundamental para que, no momento ofensivo, a equipa conquiste um novo brilho.

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