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A kryptonite de Grimaldo no dérbi do erro e da classe individual

O dérbi não foi bonito, mas intenso: é cada vez mais o que se pode esperar em Portugal de um jogo desta grandeza, em que a emoção é quase sempre desculpa para a falta de critério e definição. Em Alvalade, um jogador veste mais uma vez a capa de super-herói e resolve, aliando-se à fragilidade inesperada do rival. A análise à lupa de um jogo em que a arrogância teve novamente final infeliz

Luís Mateus

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O Sporting-Benfica desta quarta-feira, que vale a presença dos leões em mais uma final do Jamor, volta a ser na maior parte do tempo mal jogado. Pior, pessimamente jogado. Não há apenas uma equipa a querer vencê-lo, como se repete por aí, mas sim uma certa sobranceria do lado dos encarnados, que tem expoente máximo e ainda epílogo protagonizados por Rafa e Grimaldo, a um quarto de hora do fim.

A displicência dos dois jogadores numa péssima abordagem perante nova e já extemporânea vaga alta de pressão é castigada pelo melhor elemento dos rivais, que, sim, mantém a dose certa de confiança para continuar a marcar e a decidir partidas. É ele quem veste a capa de super-herói no momento certo, quando os rivais sentem o efeito de uma kryptonite imaginária que lhes retira por completo o discernimento em terrenos fatais.

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