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Duas derrotas em três dias: os dias conturbados do juiz do caso de Alcochete

Há três dias, o Tribunal da Relação contrariou Carlos Delca e deu luz verde para a libertação de um arguido que tem uma avó invisual para cuidar em casa. Esta segunda-feira, um advogado do processo pediu para o magistrado ser afastado, voltando a estragar as contas ao andamento do caso. A 21 de setembro, 23 arguidos da Juventude Leonina serão imediatamente libertados caso não haja uma decisão do juiz de instrução

Hugo Franco

Muitos dos invasores da Academia de Alcochete estão detidos desde 21 de maio do ano passado

Tiago Miranda

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A vida parece não estar fácil para o juiz Carlos Delca que esta segunda-feira se preparava para dar início à fase de instrução sobre a invasão à Academia de Alcochete. O magistrado deslocou-se de propósito ao Campus da Justiça, em Lisboa, apenas para comunicar aos jornalistas que Nuno Areias, advogado de Tiago Neves − elemento da Juventude Leonina e um dos 44 acusados do caso − tinha apresentado um pedido para o afastar do processo.

O início da instrução [um pré-julgamento em que as defesas apresentam os seus argumentos e rebatem os do Ministério Público] ficou de imediato suspenso, pela segunda vez. E pela terceira vez em três meses os desembargadores do Tribunal da Relação de Lisboa vão decidir sobre um pedido de recusa de Carlos Delca.

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